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Cuidado para não ser fisgado! Click Coaching

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O post de hoje foi inspirado no email do Joaquim (nome fictício) que se questiona sobre o quanto ele tem sido um bom colega de trabalho. Ele acabou de voltar de um programa de desenvolvimento de liderança e recebeu vários feedbacks sobre seu comportamento e atitude e está bastante pensativo sobre tudo o que escutou.

Joaquim corajosamente compartilhou seu desconforto em perceber que ao ter sido “fisgado” em várias discussões no trabalho isso contribuiu para que sua imagem fosse um pouco diferente do que ele imaginava.

Mas vamos lá!

Quando foi a última vez que se sentiu “fisgado” por um comentário, opinião ou até mesmo um olhar durante uma reunião de trabalho e antes que você pensasse duas vezes, já tinha respondido ou teve uma atitude que não desejava?

Concordo totalmente que não é nada fácil manter o controle quando nos deparamos com alguns “personagens” do nosso dia a dia no trabalho:

  • O sabe tudo (e muitas vezes não sabe nada)
  • O que se acha o líder do grupo (só ele que acha)
  • Aquele que repete a opinião do grupo ao final para parecer que entendeu tudo e que é capaz de resumir e condensar o que que foi falado
  • Aquele outro que entra mudo e sai calado, mas que o olhar e todo o não verbal parece que está quase morrendo de raiva por estar ali (às vezes largado na cadeira, ou com os braços cruzados na altura do peito de tal forma que parece um escudo).

Nossa, são tantos os personagens que conseguem nos fisgar e em algumas situações nos tirar do sério! Comento sobre esse tema e levanto algumas questões de como lidar com isso no post Está Prestes a Explodir? Click Coaching

Mas alto lá!  Falando desse jeito parece que somos uns santos e não tiramos ninguém do sério, não é mesmo?

Minha proposta com o texto de hoje é fazermos o caminho contrário: pensarmos como estamos agindo com os chefes, pares e nossos subordinados. Será que estamos sendo os personagens que citei acima? O que nos diriam nossos colegas e amigos do trabalho? O quanto podemos ajustar e melhorar nosso comportamento e atitude no dia a dia para que possamos ter ambientes de trabalho menos belicosos, reuniões mais produtivas e se sentir melhor conosco?

Afinal, quando você se imagina na “pele” de algums dos personagens acima, como se sente? Satisfeito e contente com a forma que tem agido?  Se sim, parabéns!  Você no mínimo é coerente e consistente com você mesmo.

Mas se de alguma forma, caros leitores, caso vocês queiram reavaliar a forma como têm agido, um exercício rápido e muito eficaz que frequentemente proponho para os meus clientes de coaching é o seguinte: escolha três ou quatro pessoas do seu ambiente de trabalho que você confie e que lhe darão um feedback sincero. Peça que eles lhe digam:

  1. o que você faz bem
  2. o que você deveria parar de fazer

Não precisa explicar muito, pois essa atividade visa que você amplie seu auto conhecimento através de confrontar sua auto percepção com a dos outros e possa assim validar ou programar mudanças.  Lembre-se que feedback para dar certo precisa ser recebido e NÃO contestado! Agradeça, ouça com paciência e reflita:

  • O que você ouviu em comum?
  • O que lhe surpreendeu?
  • O que você se orgulha e quer manter?
  • O que você não gostou e quer mudar?

Pense em como você pode fazer diferente na próxima vez quando estiver numa situação que você queira mudar. Experimente fazer diferente, monitore-se e peça ajuda se precisar. Lembre-se  que “mudanças sinceras me interessam”, ou seja: quando sinceramente queremos mudar, esteja certo que muitos o apoiarão.   Peço desculpas por mudar a  letra da música de Cazuza, mas amo música  e para mim é uma dar formas de aprender e refletir sobre a vida.

Caro leitor, cuide para não se deixar fisgar por ninguém e nem mesmo por você!

Quando foi a última vez que pediu feedback?

Veja os Resultados

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Um abraço

Joseana Pereira

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