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Sinto-me Estigmatizada – Click Coaching : SaladaCorporativa – Blog sobre gestão de carreira, coaching, empreendedorismo e lazer
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Sinto-me Estigmatizada – Click Coaching

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A questão de hoje  nos foi enviada por uma  jovem chamada Vania. Apesar de não mencionar a idade, pelo seu histórico de ser recém formada e ter voltado há um ano de um intercâmbio, vou assumir que Vania tem cerca de 27 anos.

Ela é  formada em Comunicação e fala fluentemente inglês e espanhol.  Ao voltar do intercâmbio, começou a trabalhar como recepcionista numa empresa visando ter a oportunidade de migrar para a área  de Marketing no futuro. Depois de um ano, apresentando projetos internamente para tentar mudar de área, não “vê as portas sendo abertas”.  Apesar de participar de vários processos seletivos e de estar fazendo pós graduação acredita que ainda não conseguiu ” sair do estigma de recepcionista”.  Ela nos envia um email nos pedindo ajuda: como “sair do estigma de recepcionista” ?

Inicio meus comentários e considerações para Vania refletir justamente por aí: Por que você  acha que está sendo estigmatizada por ser recepcionista?

Você recebeu algum feedback de colegas, dos profissionais de seleção ou qualquer outro que sinalize isso? Algum comentário durante os processos seletivos que evidencie esse estigma?

Me chama a atenção esse ponto pois Vania, em seu email, deixou claro que tem participado de vários processos seletivos e  que tem se preocupado em se preparar para a transição da melhor forma possível: seja melhorando seu CV ou se preparando para as entrevistas de seleção.

Se realmente você estivesse sendo estigmatizada por estar ocupando uma função de recepcionista, será que estaria partipando de vários processos, pois afinal seu cargo e  atividades estão no seu CV, certo?

Vania, pode até ser que algumas pessoas ou empresas tenham algum tipo de preconceito, mas ouso dizer que talvez esse não seja o motivo para você ainda não ter conseguido migrar para a área que deseja.

Vários podem ser os motivos, tais como sua adesão ao perfil da vaga, por não ter a experiência que algumas empresas podem querer, por não ter adesão aos valores da empresa,  por exemplo.

Mas pode ser também que você esteja super qualificada para algumas posições. Já pensou nisso? Faz sentido?

Vania, quero dizer como meus comentários, que acredito sinceramente que você pode e fará a transição para a área que deseja, mas o maior desafio que vejo, por enquanto, será você mesma se livrar do estigma da função de recepcionista.

Por que acredito? Pois você tem uma boa formação e busca se aperfeiçoar fazendo a pós-graduação. Você  fez intercâmbio que lhe proporcionou adquirir fluência em idiomas, em lidar com culturas diferentes  por exemplo. Você parece ser determinada e com iniciativa para buscar o que quer: apresentou projetos para tentar migrar de área na atual empresa. Parece também alguém que quer ampliar seu autoconhecimento e melhorar constantemente  a forma de buscar uma nova posição: buscou feedback com headdunters e com a coluna Click Coaching.

Será que você pode não estar dando ênfase demais a ser recepcionista durante as entrevistas  em vez dar ênfase às várias realizações que você fez e tem feito, como as que citei acima?

Minha dica principal é que você reveja  a forma que está contando sua história: dê ênfase às suas conquistas e realizações até agora, ao seu desejo de migrar de área, ao que você pode efetivamente agregar para a vaga que está buscando.

Cuidado ao falar da tentativa de migrar de área na sua atual empresa, ok? Sinalize que tem buscado contribuir para melhorias em processos e projetos que você identificou como aderentes ao seu desejo de carreira e não que tem tido dificuldades em “achar portas abertas”. Transforme sua atual função em uma posição de transição: o que essa função tem lhe ensinado? Que  oportunidades de aprendizado você teve ao trabalhar como recepcionista? Quem você conheceu? Que negócios você teve a oportunidade de entender melhor, mesmo que nos “bastidores”?

Por fim, use bastante sua rede de amigos e conhecidos para ajudar na sua transição. Conte o que você quer , seu planos e peça ajuda.  Evite, como já mencionei, dar ênfase à títulos de cargos. Fale do que faz, de forma positiva e ampliada.

Vania, transições podem demorar um pouco, ok? Mas quando realmente queremos e nos preparamos para fazê-la ela pode acontecer sim!

Mantenha o foco, administre a possível ansiedade e frustração quando surgirem, pois afinal ninguém é de ferro e faz parte do processo.

Um grande abraço, sucesso e mande notícias!

Joseana Pereira

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Comentários
to “Sinto-me Estigmatizada – Click Coaching”
  1. Garabet disse:

    Oi Joseana,

    Ótimas suas orientações para a Vania!
    Objetivando um foco para direcionar esforços…

    Coaching do Coaching,

    Sentir-se “estigmatizada” para Vania é aquela que apresenta no corpo a marca das chagas de Jesus Cristo…
    Ao fazer uso dessa metáfora para explicar como se sente, ela explica como se sente frente a situação de “não ver portas abertas “, ou seja, não ser aprovada em nenhum processo que participou…

    Quando se pergunta “Por que vc acha que esta sendo estigmatizada por ser recepcionista?”
    Tem lógica em se perguntar para a Gestora Vania, mas não para a Pessoa Vania que diz: “sinto-me…”
    Ao apontar como pode ser mais estratégico para a Gestora seus esforços esbarra-se com a defesa da Pessoa que está imersa em outra lógica, e por isso se defende, entre outros por: ao parecer “estar dando ênfase demais em ser recpciomista…”

    Ao nível da consciência temos os enunciados, o discurso, ao passo que a enunciação fica escondida, está sempre implícita sob um enunciado, enunciação que é ponto de partida para aquilo que a pessoa fala, que está estruturando seu discurso de modo inconsciente.

    Assim perguntar “Por que” deve ser dirigido a Pessoa, para que a Gestora não se defenda e fique se justificando…
    Perguntar com o cuidado de checar antes se há receptividade por parte da Pessoa, já que quem pergunta é o a Gestora…

    Ao se dizer “Se realmente vc estivesse…” está se negando o que a “Pessoa” sente, e é como dizer-lhe: vc não esta sentindo isso… quando de fato ela está!
    Lacan orienta para não se ir contra o sintoma…

    Concluindo, parece uma bobagem, mas pode fazer toda a diferença.
    Inverta a colocação e legitime: Apesar de vc estar se sentindo estigmatizada, vc pode conquistar bem mais se der ênfase….

    Isso pode deslocar a “Pessoa” de sua fixação em ser recepcionista implicando-a em ser melhor Gestora!

    Garabet
    Psicanalista/Coach/Consultor
    TWITTER:http://twitter.com/Garabetkissa
    garabet@terra.com.br

    • Olá Garabet,

      obrigada por compartilhar seu ponto de vista!

      O que acho interessante no processo de coaching é justamente a diversidade de abordagens e posicionamento. Mas uma coisa temos em comum: o cuidado e atenção em buscar o que for melhor para a Coachee.
      Um abraço
      Joseana Pereira

  2. Garabet disse:

    Oi Joseane,

    Grato pelo retorno,

    Vamos comentado casos mais complexos,
    Penso que nos enriquecemos…

    Quais suas ferramentas prediletas?

    Garabet
    Psicanalista/Coach/Consultor
    TWITTER:http://twitter.com/Garabetkissa
    garabet@terra.com.br

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