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Clipping : SaladaCorporativa – Blog sobre gestão de carreira, coaching, empreendedorismo e lazer

Claudia Klein no UOL Mulher

A sessão de comportamento do UOL Mulher publicou uma matéria de Thais Carvalho Diniz sobre a importância de equilibrar a vida profissional com a pessoal e contou com a colaboração de nossa chef Claudia Klein. Confira abaixo ou clique aqui para ler no site.

Claudia Klein no Jornal do Commercio

O número de clientes que procura os coaches da Salada Corporativa com o objetivo de rever a forma como se apresentam ao mercado confirma a preocupação abordada nessa matéria do Jornal do Commercio, publicada na edição dos dias 5, 6 e 7 de setembro no caderno Seu Dinheiro. Nossa chef Claudia Klein não só colaborou com o texto como também ilustrou a capa do caderno.

O CV é uma ferramenta para realizar uma apresentação pessoal eficaz e deve comunicar seu potencial para desempenhar os objetivos profissionais que deseja. A construção dessa e de outras ferramentas de apresentação ao mercado é uma de nossas expertises. Quer construir sua estratégia de marketing pessoal para conquistar o sucesso que deseja? Entre em contato e conte com a ajuda de um Coach Salada Corporativa.

 

2014.09.05-06-07 - Jornal do Commercio - 01 - CK na capa do caderno Seu dinheiro

2014.09.05-06-07 - Jornal do Commercio - 02 - matéria

2014.09.05-06-07 - Jornal do Commercio - 03 - matéria

Claudia Klein no Vida de Trainee

O 21º podcast do Vida de Trainee tratou de um assunto improtantíssimo para qualquer processo seletivo: a entrevista de emprego. E para falar sobre isso, eles convidaram nossa chef Claudia Klein. Clique aqui para acessar a página e ouça na íntegra abaixo.

Claudia Klein na revista Você RH

Nossa chef Claudia Klein colaborou na produção de uma matéria para a revista Você RH. A reportagem aborda profissionais que largaram as empresas em que trabalhavam para abrir suas próprias consultorias. Confira a seguir na íntegra.

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Claudia Klein no UOL Mulher

Nossa chef Claudia Klein colaborou para uma matéria sobre produtividade em home office no portal UOL Mulher. Confira abaixo e, a seguir, a íntegra do texto.

Claudia Klein no UOL Mulher

Claudia Klein colaborou em matéria sobre produtividade no home office.

“Trabalhar em casa, ou home office, está se tornando cada vez mais popular no Brasil. Segundo o último censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2010, mais de 30 milhões de pessoas estão recorrendo à modalidade de trabalho no país.

Seja por maior comodidade ou necessidade de mais contato com a família, poder realizar em um dos cômodos da sua casa as tarefas que antes eram feitas no escritório pode ser vantajoso e ainda mais produtivo.
“Ganhamos muito tempo trabalhando em casa, sem interrupções. Em um escritório tradicional, você é abordado várias vezes ao dia, seja por colegas, chefias, telefonemas ou reuniões desnecessárias. Está provado que aqueles que trabalham em casa produzem até 20% a mais, segundo pesquisa feita pela Telework Research Network, que faz parte do Global Workplace Analytics, empresa norte-americana especializada em consultoria sobre trabalho remoto”, afirma Marina Sell Brik, especialista e consultora em home office e coautora do site GoHome e do livro “As 100 Dicas do Home Office” (Editora AB).
A seguir, veja seis dicas para manter (ou aumentar) a sua produtividade no home office:

1. Trabalhe no horário em que se sente mais disposto 

Trata-se de conhecer seu organismo e disciplinar o horário de início e fim do trabalho com aquele no qual se sente melhor para realizar as tarefas. “Ser produtivo é entender quando estou mais disposto. Se eu me conheço bem e sei que produzo melhor à tarde, posso me dar ao luxo de flexibilizar meu horário e aproveitar as melhores horas do meu organismo”, aconselha Andrea Piscitelli, consultora, professora da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) e do MBA FIA (Fundação Instituto de Administração) em de gestão humana.
A maleabilidade é uma das grandes vantagens do home office. Mas é indicado trabalhar em horário fixo. “Assim, você consegue se disciplinar a trabalhar sempre neste mesmo horário, o que facilita o contato com clientes, colegas, fornecedores etc. Porém, se aquela apresentação de final de ano do seu filho for bem no meio da tarde, não há problema em acompanhar. É só estar ciente dos seus compromissos e prazos”, explica Marina Sell Brik.

2. Não comece pelo mais fácil 

Antes de começar a trabalhar, reveja as prioridades e questione-se: “Se eu fosse meu chefe, o que julgaria mais importante?”. Quando trabalhamos em casa, a tendência é pensar sempre no que é mais confortável, e nem sempre isso será o mais importante para aquele dia. “Estabeleça uma ordem do que realmente deve ser prioridade e escreva para não se perder”, fala Andrea Piscitelli.

Outra dica sobre a organização das importâncias, segundo Claudia Klein, é não realizar mais de uma atividade ao mesmo tempo. “Comprometer-se formalmente com prazos de entrega ajuda a cumpri-los. A tecnologia pode ser uma grande aliada, como aplicativos para gerenciamento de atividades”.

3. Não deixe problemas domésticos interferirem no seu trabalho

O grande desafio dessa regra é fazer valer com seus familiares, amigos e vizinhos o compromisso de que não é porque você está trabalhando em casa que está sempre disponível. “O profissional pode estabelecer, com quem mora junto, códigos como um aviso de porta ou uma faixa vermelha na cadeira quando precisar de concentração e silêncio. Depois de um período, vira rotina e todos se acostumam”, diz Marina Sell Brik.

4. Equilibre a vida

Segundo Claudia Klein, consultora empresarial da Argumentare, empresa de estratégia e diagnóstico de Recursos Humanos, o estresse físico e emocional gera a perda de eficiência e, por isso, é importante equilibrar a carga horária de trabalho com as horas destinadas às atividades de lazer. Assim, a mesma disciplina exercida com a carreira deve se repetir na vida pessoal.  ”Isso inclui dormir bem e evitar os excessos. Essas atitudes são fundamentais para qualquer um que deseja produzir mais”, explica.

5. Faça uma pausa de no mínimo dez minutos e no máximo 15 a cada 1h30 de trabalho

Para exercer essa prática também é preciso ter muita disciplina, afinal, não vai ter ninguém te fiscalizando para que você volte ao trabalho no tempo certo. De acordo com Andrea Piscitelli, essa quebra de ritmo amplia o nível de produtividade.
“O período de 1h30 é o tempo máximo para trabalhar concentrado sem desviar a atenção e é considerado o pico de produtividade. A tendência é que depois disso a eficiência diminua. Após a pausa, é possível reiniciar esse ciclo”, explica. Nesses minutos, Andrea aconselha fazer qualquer coisa que não tenha a ver com o trabalho. “Você pode andar pela casa, ligar a TV, ler alguma reportagem em uma revista, entre outras coisas”.

6. Preserve seu espaço de trabalho

É importante ter um ambiente apenas para o trabalho, mesmo que não tenha muito espaço em casa.  Para a consultora em gestão humana Andrea Piscitelli, trabalhar em um lugar desorganizado, poluído e que cruza informações profissionais com pessoais, atrasa o processo de produção e aumenta a chance de distração.”

Claudia Klein dá entrevista ao RH.com.br

Nossa chef Claudia Klein deu uma entrevista este mês para o portal RH.com.br sobre planejamento de carreira. Sua colaboração foi destaque na capa e na sessão de carreira do site, como você confere abaixo. A seguir, a página com a matéria completa e a íntegra do texto.

Capa

Capa

Sessão de Carreira

Sessão de Carreira

Entrevista

Entrevista

“Planejamento de carreira exige foco

Por Patrícia Bispo para o RH.com.br

Quem dera que todas as coisas que nos interessam ocorressem, conforme nossos desejos. Como não somos agentes dominadores do destino, temos o livre arbítrio de nos programarmos, de realizar ações antecipadas que aumentem as chances para que nossos desejos tornem-se realidade. Por isso, observamos tantas pessoas realizarem planos, traçarem metas e “correrem” atrás da realização dos seus sonhos. E isso, diga-se de passagem, vale tanto para o campo pessoal quanto profissional. Para os que desejam superar os desafios do mundo organizacional, existe um recurso que nem sempre é tão bem utilizado como deveria: o planejamento de carreira, que segundo Claudia Klein, consultora especialista em Gestão de Pessoas, pode ser traduzido como a gestão sistemática de um processo que envolve o desenho de uma visão de futuro, análise de possibilidades e alternativas profissionais que apoiam a visão de longo prazo, a priorização dessas possibilidades, seguindo-se de uma análise pessoal de potencialidades e limites, oportunidades e ameaças do ambiente.
Em entrevista concedida ao RH.com.br, Claudia Klein que é sócia da Argumentare – consultoria de Gestão de Pessoas e Salada Corporativa – empresa de serviços de desenvolvimento profissional, como coaching, gestão de carreira e treinamento, defende que a responsabilidade pelo planejamento de carreira é do indivíduo e que a empresa assume um papel de parceiro estratégico nesse processo. “Quanto maior for a capacidade dessa empresa de gerar novas e diferentes possibilidades de carreira, maior a chance de permanência do profissional”, complementa. Sem dúvida alguma, a entrevista com Claudia Klein levará o leitor do RH.com.br a fazer uma reflexão sobre o planejamento de carreira e quem sabe, até mesmo traçar novos rumos para a sua trajetória profissional. Até breve e boa leitura!

RH.com.br – Qual a compreensão mais compatível com a realidade do mercado, quando nos reportamos ao planejamento de carreira?
Claudia Klein – Sob o olhar do especialista que faz coaching de carreira o “planejamento de carreira” traduz a gestão sistemática de um processo que envolve o desenho de uma visão de futuro, análise de possibilidades e alternativas profissionais que apoiam essa visão de longo prazo, a priorização dessas possibilidades, segue com uma análise pessoal de potencialidades e limites, oportunidades e ameaças do ambiente. Como resultado desse processo, há a construção de um plano de desenvolvimento que inclui ações a serem implantadas, por exemplo, referentes à mudança ou adoção de novos comportamentos, ampliação de relacionamentos e rede de contatos e desenvolvimento de competências. Esse processo é cíclico e contínuo, por isso naturalmente “retornamos” ao primeiro passo, visão de futuro, que pode ser ou não confirmada.

RH – De quem é a responsabilidade do planejamento da carreira: da empresa ou do profissional?
Claudia Klein – No mundo dos negócios sabemos que customização, diferenciação e inovação são algumas das palavras chave para o posicionamento de uma marca, produto ou serviço. Essa combinação gera um grande e diverso número de possibilidades de atuação. As relações de trabalho acompanham essa dinâmica e, por isso, é necessário que o profissional seja hábil em mapear oportunidades, demonstrar potencialidades e capacidade de entrega de resultados em níveis diferenciados dos demais. Como resultado, a gestão do coletivo é cada vez mais difícil e ineficaz para as empresas, desenvolver programas de gestão que, de alguma forma, apoiam e endereçam todas as necessidades e as possibilidades de todos os colaboradores tornou-se inviável. Assim, foi inaugurada a era do “auto”: autoconhecimento, autodesenvolvimento, autogerenciamento, automotivação. Nesse contexto, a responsabilidade pelo planejamento de carreira é do indivíduo, a empresa assume um papel de parceiro estratégico nesse processo. Quanto maior for a capacidade dessa empresa de gerar novas e diferentes possibilidades de carreira, maior a chance de permanência do profissional.

RH – Quais os diferenciais que o planejamento de carreira pode trazer para o futuro de um talento?
Claudia Klein – Planejar a carreira não pode ser encarado como um sinônimo de garantia de alcance dos resultados esperados e nem como um rígido e engessado. O hábito de planejar a carreira deve ser percebido como um processo orgânico que facilita a adoção de uma postura mais ativa frente às inúmeras situações que um indivíduo vive ao longo da sua trajetória profissional, algumas estão sob nosso controle, mas muitas não estão. A contínua gestão de um plano de carreira favorece o desenvolvimento de uma visão de longo prazo, amplia o autoconhecimento, facilita a identificação de oportunidades, contribui para aumentar o foco e a flexibilidade. O mais importante nesse processo sempre será a reação do profissional diante das adversidades e oportunidades, a capacidade de seguir em frente. O que costumo trabalhar com meus clientes é, antes de tudo, a consciência de que o plano em si é só uma ferramenta para apoiá-los nesse caminho.

RH – São raros os profissionais que tomam a iniciativa de ter um planejamento de carreira?
Claudia Klein – Com certeza esse cenário está mudando, pois é cada vez maior o número de clientes, empresas e indivíduos que nos procuram com o objetivo de planejar suas carreiras. Mas podemos dizer que ainda é maioria o número de profissionais que, quando pensam em planejamento de carreira, focam no seu próximo passo, têm uma visão mais de curto prazo. Acredito que isso aconteça em parte porque as variáveis envolvidas na construção de uma trajetória profissional se apresentam em grande quantidade e complexidade, tornando mais difícil a atividade de planejamento. Também explica o fato de que a maioria dessas variáveis não está sob nosso controle o que pode gerar a impressão de que planejar diante de tanto imprevisibilidade é perda de tempo. Há também questões culturais que reforçam essa postura de foco maior no curto prazo, que se manifestam também em outras áreas, de cunho profissional e pessoal.

RH – Planejar a carreira é principalmente uma responsabilidade do profissional, mas encontramos empresas preocupadas em estruturar a trajetória dos talentos. Esta é uma forma de reter os profissionais que fazem o diferencial?
Claudia Klein – Acredito que seja, sim, uma forma de buscar uma maior retenção dos talentos. Os profissionais de RH sabem que, se o principal responsável pelo planejamento da sua carreira é o próprio profissional, ele vai se colocar na posição de continuamente mapear e avaliar oportunidades. Um profissional talentoso que faz a diferença para o negócio, por exemplo, capaz de identificar novas oportunidades e inovar, mostrará uma tendência natural para utilizar esses mesmos talentos na gestão da sua própria trajetória. Assim, faz todo sentido a empresa adotar uma estratégia de fazer isso com ele, no momento que o RH promove a manutenção de um ambiente em que isso é valorizado, estimula que esses profissionais estejam atentos às oportunidades que podem ser perseguidas dentro da própria empresa. Quanto maior a capacidade do ambiente de gerar possibilidades, maior será seu apelo para uma rica continuidade da relação de trabalho.

RH – Qual a primeira ação de uma área de RH que pretende estimular o planejamento de carreira junto aos talentos?
Claudia Klein – Com base na nossa experiência em apoiar empresas nessa construção, sugiro que o primeiro passo seja a identificação do objetivo estratégico da empresa. O RH e seus principais executivos devem conseguir responder a perguntas como, por exemplo: “O que ganhamos ao termos colaboradores capazes de assumir uma maior responsabilidade frente ao seu planejamento de carreira?”, “Que oportunidades e ameaças identificamos no ambiente, que favorecerão ou dificultarão a gestão desses colaboradores?”, entre outras. O segundo passo é o desenho e o alinhamento do RH e dos gestores de como serão endereçados os diferentes e os naturais questionamentos que surgem desse processo. O terceiro passo é a educação dos colaboradores. Nossa experiência com a condução de Oficinas de Carreira nas empresas nos mostra que é imprescindível não só ensinar os conceitos, ferramentas e recursos da Gestão de Carreira, mas principalmente reforçar ganhos, falar de papeis e responsabilidades, dar ênfase em competências essenciais para o processo como flexibilidade, disciplina e resiliência.

RH – Quais são os pontos fundamentais a um planejamento de carreira?
Claudia Klein – Construção de uma visão de mais longo prazo, clareza sobre suas forças, limites, valores e preferências. Um plano de trabalho com diferentes iniciativas a perseguir, investir na possibilidade de experimentar antes algumas atividades, contar com apoio externo, profissional ou não, e principalmente reconhecer que é o principal responsável.

RH – O processo de coaching tornou-se indispensável ao planejamento de carreira?
Claudia Klein – Já mencionei a importância e o impacto da busca por diferenciação profissional. Diante desse contexto, as atividades de desenvolvimento que atingem ao mesmo tempo um grupo de pessoas, como treinamento, passaram a suprir somente uma parte do gap de desenvolvimento que cada indivíduo apresenta. Cada profissional tem seus objetivos de carreira e para alcançá-los tem objetivos de desenvolvimento específicos, personalizados. A demanda por coaching tem aumentado exatamente por isso. Os clientes que me procuram almejam uma ação de desenvolvimento individual, complementar a aquisição de conhecimento presente nas ações de treinamento. O coaching torna-se fundamental porque auxilia o desenvolvimento de competências-chave de forma totalmente customizada, respeitando a agenda do cliente. Numa relação que alterna apoio e desafio, coach e cliente focam no desenvolvimento de uma competência fundamental ao crescimento e realização dos objetivos do cliente. Independente do motivo que leva o cliente a procurar por coaching – desenvolvimento, performance, planejamento de carreira, preparação para um desafio específico – o profissional trabalhará de forma absolutamente focada, no seu ritmo e atendendo às suas necessidades. Num mundo em que diferenciação é a palavra, os programas de desenvolvimento individual como coaching e mentoring passam a ser, cada vez mais, indispensáveis.

RH – Que fatores normalmente contribuem para o insucesso de um planejamento de carreira e como esses podem ser evitados no dia a dia?
Claudia Klein – Na prática constatamos que as empresas que não foram tão bem sucedidas e incorreram em enganos do tipo: realizar ações pontuais sem um plano de continuidade, subestimar a formação de gestores e dos próprios colaboradores, tratar alguns processos de RH com baixo nível de transparência, centralizar a gestão desse programa no RH, não observarem o alinhamento cultural, iniciar um programa em um momento desfavorável para organização, entre outros.

RH – Que orientações a senhora poderia deixar para o leitor do RH.com.br que lê essa entrevista e que anseia em investir no planejamento de carreira?
Claudia Klein – Que tenha coragem para conhecer a si próprio, reconhecer limites, honrar suas potencialidades e desafiar a si próprio a ir além. Que inicie hoje um processo de reflexão e definição de possibilidades. Comece respondendo, sinceramente, a perguntas do tipo: “Caso não houvesse dificuldades e obstáculos, que tipo de atividade profissional eu gostaria de exercer?”, “Ao conquistar isso, qual a importância para mim?”. A partir daí sugiro que conte com apoio, profissional ou de colegas que confie, para estruturar possibilidades e caminhos, que coloque energia e disciplina para realizar seu objetivo. É importante saber claramente qual a sua definição de sucesso e não se deixar influenciar tanto pelos outros e pelo ambiente. Acreditar, ter ousadia para desafiar a si próprio e ao ambiente e dedicar energia para trabalhar no seu plano são imprescindíveis. Quanto mais foco você colocar no seu planejamento de carreira mais “sorte” terá! Sucesso!”

 

Joseana Pereira na revista Época

Nossa chef Joseana Pereira contribuiu para a matéria “Mudar de carreira não é começar do zero”, de Maria Marta Avancini, publicada dia 22 de maio de 2014 no caderno Vida Útil, da sessão de Carreira do site da revista Época. Confira na íntegra:

Joseana Pereira na Época

Para ler a matéria no site, clique aqui.

Joseana Pereira na revista Época

ATUALIZADO: a matéria foi publicada tambem na edição online da Época. Acesse clicando aqui.

A edição de 12 de maio de 2014 da revista Época contou com a colaboração de nossa chef Joseana Pereira em uma matéria sobre mudança de profissão. Confira.

Jo Época 01 Jo Época 02 Jo Época 03 Jo Época 04 Jo Época 05 Jo Época 06

Jo Época 07

Portal Mulher Executiva cita Claudia Klein e Joseana Pereira em matéria sobre livro de Silvana Andrade

O Portal Mulher Executiva fez uma matéria sobre “Eu sou uma pessoa de tremendo sucesso“, livro de Silvana Andrade, e citou Claudia Klein e Joseana Pereira como entrevistadas. Confira abaixo ou clicando aqui.

2014.05.15 - Portal Mulher Executiva

Claudia Klein e Joseana Pereira no site de Anna Ramalho

A jornalista Anna Ramalho publicou matéria sobre o livro “Eu sou uma pessoa de tremendo sucesso“, de Silvana Andrade, e fez menção das nossas chefs Claudia Klein e Joseana Pereira como algumas das executivas entrevistadas para a produção da obra. Confira abaixo ou clicando aqui.

2014.05.11 - Anna Ramalho

TV Salada