Do mundo corporativo à empresa própria

Do mundo corporativo à empresa própria

Você pode tomar uma decisão poderosa dessas?

Fazer a transição do mundo corporativo para o empreendedorismo é um grande passo, uma poderosa transformação nos rumos da sua vida profissional. Não é uma decisão fácil, que se tome de um dia para o outro, mas um caminho que se trilha aos poucos, respeitando seu tempo e agindo para seguir seu sonho e vocação.

Muitos de nossos clientes pensam em jogar o trabalho pro alto e abrir a própria empresa. Mas calma, apesar de essa ser uma vontade comum, há algo que percebemos em todos eles: as coisas não são tão simples quanto podem parecer. É preciso ter certeza de querer fazer esta migração e quanto mais experiência e capital – seja financeiro, seja social – você tiver acumulado, melhor.

“Nunca é uma decisão fácil,” conta nossa chef Claudia Klein para a jornalista Karla Spotorno na matéria “Chegou a hora?”, publicada na edição de jun/jul de 2014 da revista Você RH. É preciso ter em mente que você provavelmente não vai começar ganhando o equivalente ao salário que tinha se acostumado e que as pessoas vão julgar, perguntar, desacreditar. “Você precisa fortalecer seu ego para não ficar suscetível à avaliação dos outros,” recomenda Claudia.

Isso ocorre especialmente quando você já tem, graças à trajetória profissional já trilhada, uma vida bem estruturada. É comum que as pessoas reajam com espanto à decisão de trocar essa estabilidade pelas águas incertas do empreendedorismo. “Você mudou; as pessoas, não. Elas o avaliam de acordo com as variáveis de sucesso a que estão acostumadas,” explica Claudia, que antes era Diretora de Recursos Humanos da L’Oréal.

E aí? Você se sente confortável com a ideia de trocar a segurança pelo risco? Para se conhecer bem, descobrir qual é realmente o seu sonho e como você pode realizá-lo, conheça nossos serviços de coaching. Saiba como podemos ajudar você a alcançar o seu máximo potencial e conquistar o sucesso.

Para ler a matéria completa, clique aqui ou confira os scans abaixo.

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Para ser grande

Para ser grande

Você é uma pessoa destinada à grandeza?

Você quer alcançar o estado de grandeza?

O que é, para você, ser grande?

Tire seu tempo e pense com calma nessas duas questões. Pensou? Respondeu? Temos uma boa notícia para você: é possível ser grande e as chances de você já estar trilhando esse caminho são maiores do que você pensa. Notamos em nossos clientes alguns sinais que indicam que eles estão destinados à grandeza. Será que você também? Vamos ver cada um deles e descobrir.

Sonho. Como você se imagina daqui a cinco, dez, vinte anos? Ter um sonho, uma visão, é o primeiro passo para grandes conquistas. Afinal, é dessa forma que você sabe aonde quer chegar e pode estruturar um plano estratégico para alcançar este resultado.

Preparação. Construiu o roteiro para realizar o seu sonho? Ótimo. Mas se você tem em mente que obstáculos podem – e vão! – surgir em seu caminho e está se preparando para isso, já tem mais chances de ser uma pessoa bem sucedida. Como as coisas nem sempre saem de acordo com o esperado, é bom ter um plano B, C, D…

Curiosidade. Como isso funciona? Quem é aquela pessoa que conseguiu? Será que ela pode me ajudar? Onde há mais chances de sucesso? Por que fazer dessa forma e não daquela? Se a sua mente pipoca de perguntas e você se fascina pela busca por respostas que as satisfaçam, você vai ter uma visão de mundo mais ampla e, consequentemente, enxergar diversas oportunidades e benefícios onde a maioria das pessoas não vê nada de bom. Ser curioso pode fazer muito bem para a sua carreira.

Confiança. Se você confia no seu taco e sabe que seu destino guarda grandes coisas, está muitos passos à frente de muita gente por aí. Pessoas destinadas ao sucesso nutrem uma pequena, saudável, dose de arrogância. Não é para ser alguém metido, mas encher o peito para dizer “eu vou conseguir realizar o meu sonho” ajuda bastante – e até inspira admiração nos outros, de repente até gente que possa e queira te ajudar.

Determinação. Saber que falhas fazem parte do trajeto e é possível aprender com os erros impede que esses contratempos te derrubem. Qual é o seu grau de comprometimento e determinação com a sua causa? Quanto maior, melhor.

E aí? Você é uma pessoa destinada a ser grande? Nós podemos ajudar você a cumprir o seu destino de sucesso. Entre em contato e saiba como.

No trânsito, mas produzindo

No trânsito, mas produzindo

O tempo que você leva de casa para o trabalho e vice-versa pode ser produtivo. Saiba como!

Seja indo para o trabalho, seja voltando… Se tem algo que nos atrapalha e nos faz perder tempo, é o trânsito das grandes cidades. Cada vez mais engarrafadas, com o serviço de transporte super saturado, horas de nossos dias são desperdiçadas. Mas será que tem que ser assim? Não temos o poder para solucionar o caos dos transportes urbanos, mas com certeza temos meios para que eles não sejam espaços inúteis em nossas agendas diárias.

Essa reflexão é comum em quase todos os nossos clientes e até em nós mesmos, aqui da Salada Corporativa. Mas aprendemos a usar esse tempo que passamos presos nos engarrafamentos para algo útil. Vamos ver algumas atitudes que você pode adotar, inspiradas em nossos próprios insights e de alguns clientes?

Se você ainda não cadastrou seu email profissional em seu smartphone, considere esta ideia: em vez de perder horas no trânsito, você pode usar esse tempo para ler e responder e-mails pelo celular. Uma boa ajuda é se cadastrar em um sistema de nuvem – aquelas plataformas como o Google Drive e o Drop Box, que permitem que você armazene arquivos em seus servidores e possa acessá-los quando e onde quiser.

Crie listas. Está indo para o trabalho? Enumere as principais atividades que você precisa realizar no dia. Está voltando para casa? Já pense nas metas do dia seguinte.

Precisa resolver algo pelo telefone? Ligue para a pessoa e resolva.

Você tem que ler aquele livro que te ensina a fazer apresentações melhores? Talvez estudar uma apostila para aquele projeto mais específico? A leitura é sempre uma boa forma de fazer bom uso do seu tempo.

E quanto àquele vídeo motivacional? Você pode passar arquivos de vídeo para o celular e assistir no caminho para o escritório. Instalar aplicativos de vídeo, como o YouTube, também é uma boa dica.

Aprimorar o uso do seu tempo também é empreendedorismo. Quer saber como? Fale conosco e conheça nosso programa de Coaching para Empreendedores, uma excelente metodologia para você se conhecer melhor e estimular o seu potencial de desenvolvimento – incluindo administração do tempo.

Prêmio ISTOÉ Empresas Mais Conscientes

Prêmio ISTOÉ Empresas Mais Conscientes

Premiação reconhecerá empresas em transição para uma nova forma de se fazer negócios no Brasil.

“Não ser apenas as melhores empresas do mundo, mas as melhores para o mundo.” A sua empresa se identifica com este lema? Ele é o norte da B Lab, organização que será responsável por avaliar companhias candidatas ao Prêmio ISTOÉ Empresas Mais Conscientes.

Realizada pela primeira vez este ano, a premiação visa identificar e reconhecer empresas que melhor estão realizando uma transição para uma nova forma de fazer negócios no Brasil, com base em um capitalismo consciente.

Em meio a tantas crises econômicas, sociais e ambientais, é fundamental repensar o valor das empresas para o mundo. A sua quer apenas ser a melhor ou, mais ainda, fazer do mundo um lugar melhor? Se você impulsiona um novo formato de desenvolvimento, inscreva-se no prêmio!

As inscrições podem ser feitas até 18 de julho. Pequena, média ou grande empresa, o importante é trabalhar para a construção de um mundo melhor. Para mais informações e preencher o cadastro de inscrição, acesse o site oficial clicando aqui.

A Salada Corporativa apoia essa ideia!

Enfrente o fracasso

Enfrente o fracaso

É caindo que se aprende a levantar. Saiba como usar o fracasso a seu favor.

Determinação. Essa é uma palavra fundamental para que você tire do papel aquela ideia que ama e tire lucro dela. Você tem a possibilidade e o direito de desistir logo no primeiro obstáculo? Sim. Mas a desistência é a pior das derrotas, pois vem de dentro. Por que você duvidaria da sua própria capacidade? Empreender é, também, cultivar um certo nível de teimosia. Fracassou? Tente outra vez.

É bastante provável que você enfrente grandes desafios, especialmente no começo. Quem disse que empreendedorismo é fácil? Mas também não é o fim do mundo. Pode ter certeza: empreender é perfeitamente possível.

Se tem uma coisa que nossos clientes empreendedores têm em comum, é o medo de fracassar. Ora, aquele ditado que prega que “é preciso cair para aprender a levantar” não vem do nada. Você pode dar alguns tropeços, pode perder algumas batalhas, mas e daí? Vai deixar que isso te impeça de viver o trabalho dos seus sonhos?

Fracassar faz parte. É com o fracasso que você aprende que caminhos não tomar e como fazer decisões mais acertadas. O fracasso pode te fortalecer, basta que você saiba extrair algum benefício dele. E essa é uma especialidade nossa: ajudar você a encarar situações que te incomodem com outros olhares, pontos de vista diferenciados, de forma que você enxergue o lado bom em tudo e saiba como usar isso para crescer e chegar mais perto dos seus objetivos.

Enfrentar o fracasso é um dos diversos benefícios que você pode usufruir nos contratando. Conheça nosso programa de coaching para empreendedores. Fale conosco e saiba como podemos te ajudar.

Espaços bem utilizados

Espaços bem utilizados

Organizar o seu ambiente de trabalho pode aumentar a sua produtividade.

Semana passada um cliente nos apresentou um problema bem interessante e que você pode se identificar. Empreendedor, ele tinha acabado de alugar uma sala para a sua empresa e, em meio à burocracia e todas as questões que dificultam o início de uma trajetória empreendedora, estava deixando refletir no local – e, consequentemente, na imagem que seria passada para quem fosse lá – a bagunça que estava dentro de si. Um ambiente desorganizado pode dificultar as coisas para a mente e vice-versa.

Durante as sessões de coaching, ele chegou à conclusão que uma boa utilização do espaço que se tem disponível é a chave para manter a organização e, consequentemente, a calma e a produtividade. Você concorda? O que acha de tentar aplicar este conceito na sua vida para ver se ele causa impactos positivos?

Pensando nisso, selecionamos algumas dicas que podem ser muito úteis para ajudar você a tirar o máximo proveito do seu ambiente. Vamos dar uma olhada?!

Aqueles espaços embaixo de escadas podem render bons armários embutidos e até mesmo escrivaninhas. Corredores, quando não são muito estreitos, também podem abrigar prateleiras e armários, ampliando seu leque de opções para organizar o que precisa ser guardado.

Um bom posicionamento dos móveis também pode fazer toda a diferença. Se a sua mesa ficar de frente para uma janela, por exemplo, você provavelmente vai se distrair. Colocar itens como gabinetes e impressoras mais perto da pessoa que mais os usará também faz mais sentido e pode até aumentar a produtividade.

E se você pensa que é só dispor bem os móveis, se engana. Uma boa organização dos objetos cotidianos pode fazer toda a diferença. Procure deixar os itens mais usados em locais de fácil acesso. Aqueles que são de pouco uso podem ir para as gavetas de baixo ou prateleiras mais altas.

Eficiência e a organização estão nos detalhes. Quais são as suas dicas? Conte para a gente! E se precisar de alguém que te ajude a encontrar dentro de si as soluções de organização e uma série de outras questões que você tenha, conte com nossa equipe de coaches. Conheça nosso Cardápio de Serviços e entre em contato!

Ponha a mão na massa

Ponha a mão na massa

Você prefere observar ou ser parte dos momentos?

Você tem sonhos, não é mesmo? Mas está fazendo algo para transformá-los em realidade ou simplesmente espera que milagres caiam do céu? Pois temos uma coisa para falar para você – e nem precisávamos ter experiência em desenvolvimento profissional para isso: para atingir algum resultado, seja ele qual for, é preciso agir.

Vamos pensar um pouco sobre isso? Recentemente nos deparamos com uma história bastante interessante. Um de nossos clientes foi assistir a um jogo de futebol de seu filho na escola. Como qualquer pai, ele tirou fotos. Mas nos momentos decisivos, como quando o garoto estava prestes a marcar um gol, ele deixava de lado o que quer que estivesse segurando, levantava e torcia, aplaudia, assobiava. Nesses momentos ele disse que os outros pais pouco faziam: todos mais ocupados em tirar fotos e mexer em seus celulares do que efetivamente prestando atenção no desempenho dos filhos. Apenas ele e talvez mais dois ou três pais estavam lá realmente para dar uma força aos filhos, não só tirar fotos.

Ora, veja bem: foto por foto, todo mundo hoje em dia tira várias, de qualquer coisa. Ele depois pediu as fotos de outros pais e conseguiu algumas de seu filho melhores que as dele mesmo. Ou seja, ele conseguiu registros do momento. E, mais que muitos pais, conseguiu o que realmente foi fazer: torcer pelo filho.

O que você pode aprender com isso?

Primeiro, ele soube lidar com as distrações – câmera e celular – e até usá-las a seu favor, tudo sem perder o foco no objetivo principal: ver o filho jogar. Mais que isso, ele ajudou a elevar a confiança do garoto, demonstrando que estava ali por ele.

Em vez de ser um mero observador, acompanhando tudo que acontece pelo celular ou tela da câmera, ele estava lá de verdade, vivenciando o momento e tirando o máximo proveito.

Como você pode adaptar isso para o seu trabalho? Para as suas ambições? Para a sua vida?

Vale a pena refletir a respeito.

A zona de conforto é uma prisão

A zona de conforto é uma prisão

Até que ponto ficar dentro da sua zona de conforto é bom para você?

Você está confortável fazendo o que faz? Seu cargo, suas responsabilidades, sua rotina… Você está bem com o seu dia a dia? Tenha em mente que se você faz tudo automaticamente isso não significa necessariamente que você está feliz. Muitas vezes nos acostumamos com coisas que não nos dão alegria. É um conformismo que barra o nosso crescimento.

Semana passada tivemos um caso assim aqui na Salada Corporativa. Uma de nossas clientes tinha uma excelente posição no mercado de trabalho, realizava todas as suas tarefas com maestria e era referência em sua área de atuação. Mas um dia ela percebeu que não estava feliz. E aí? Como lidar com isso?

Fazendo bem suas atribuições, ela se prendeu a isso e começou a crescer dentro dessa bolha que estava sob seu domínio. Quando você tem um trabalho que sabe fazer bem e ele proporciona uma vida estável, é difícil perceber que isso pode não ser necessariamente o que é melhor para você. É a chamada zona de conforto. Se está tudo dando certo, para que mudar? Ora, para ser feliz! Para acordar rindo à toa!

O que você pode fazer a partir desse exato momento para trazer mais felicidade à sua vida? Saia do automático. Saia da sua zona de conforto. O seu sucesso pode até estar dentro dela, mas e se não estiver? Vai acenar de longe? Não tenha medo de ousar.

Essa é a reflexão que propomos para esse início de semana. Se precisar daquela ajudinha para encontrar as melhores formas de mudar a sua vida, pode contar com a gente.

E aí? Você está na sua zona de conforto ou perseguindo seus sonhos fora dela?

O que a rua ensina

O que a rua ensina

Você pode usar sua humildade ao seu favor aprendendo com todos que lhe cercam.

Você tem uma ambição? Um sonho a ser realizado? Para atingir seus objetivos, é preciso transformar seus planos em ação e começar a trilhar o caminho necessário para chegar lá. Mas qual é o seu “lá”? O quanto você quer alcançar esse “lá”? A primeira coisa que você precisa é acreditar na sua própria causa, desejar seu sucesso e correr apaixonadamente atrás dele.

Entretanto, não é só de paixão que se alimenta um sonho. Para que ele cresça, se desenvolva e vire realidade, é preciso ter uma gama de outras competências. E muitas delas você pode aprender com pessoas que, não raramente, cruzam seu caminho: os vendedores de rua. Já parou para pensar no que pode ser ensinado por eles? Se você vai empreender, aposte na sua humildade. Não ache que sabe tudo do mundo – ninguém sabe. E, tenha certeza, todos têm alguma experiência para compartilhar.

Vamos dar uma olhada nos exemplos que a rua dá?

Perseverança. Vendedores de rua conhecem bem os recursos que têm e sabem o que podem conseguir com eles. Sabem, ainda, que isso pode levar tempo, mas não desistem. Têm plena ciência do que podem conquistar e do que precisam para ir ainda mais além. Eles não desistem. Estão sempre dando um passo mais à frente.

Criatividade. Você já deve ter ouvido por aí o famoso “eu podia estar roubando, eu podia estar matando…” ou até “senhoras e senhores, me desculpem interromper o silêncio e tranquilidade da sua viagem”. Inovam no discurso, se reinventam e, ainda que algumas formas de venda pareçam “manjadas” hoje em dia, elas já foram originais e novas formas de anunciar o que vendem continuam surgindo. Eles usam a criatividade. Como você pode usar a sua para ir em busca do seu sonho?

Adaptabilidade. Faça chuva ou faça sol, lá estão eles. Em época de Copa do Mundo, vendem produtos que remetam às cores da seleção. Mas não sem antes terem trabalhado com orelhas de coelho na Páscoa e estarem se preparando para andar por aí com gorros de Papai Noel quando o Natal se aproximar – já de olho nos acessórios para o carnaval do ano seguinte. Vendedores de rua estão sempre se adaptando. Seja ao lugar, à época, a modismos ou mesmo situação econômica, eles sabem se virar.

Empatia. Já reparou que se você estiver na rua usando fones de ouvido alguém logo chega perto anunciando produtos musicais? Ou que se estiver triste ao lado de outra pessoa, alguém vai oferecer a esta outra uma flor para que ela lhe presenteie? Eles observam as pessoas, entendem como elas funcionam e, mais importante, como se sentem. A partir daí, exploram formas de abordagem e mesmo selecionam o produto que mais se adequará ao cliente em potencial. A empatia ajuda a conhecer melhor o público e agradá-lo mais.

Como você está com essas competências? São habilidades que você pode desenvolver. Acredite no seu sonho, seja humilde e preste atenção em como você pode aprender coisas novas com praticamente qualquer pessoa.

Nós acreditamos no seu sucesso. E você?

Cartão de visita? Que tal uma selfie?

Cartão de visita? Por que não uma selfie?

Que tal ser diferente dos outros e deixar o networking mais divertido?

Imagine a seguinte situação: você está em um almoço de negócios, uma conferência, seminário… Nessas ocasiões é perfeitamente normal que você amplie seu networking e busque estabelecer relações com pessoas que possam beneficiar o seu negócio e vice-versa. É aí que entra o famoso cartão de visita, sempre acompanhado de um “me liga pra gente conversar com calma” ou um “manda um email com aquela apresentação”.

E se existisse uma forma ainda mais eficiente de firmar esses novos laços? Em vez daquele aperto de mão formal e uma conversa séria e cheia de termos técnicos, que tal ser mais leve, suave, até brincar um pouco?

Um cartão de visita é só um pedaço de papel que provavelmente vai se perder na carteira ou em alguma gaveta por aí. Em vez disso, que tal uma selfie? As selfies são essas famosas fotos que as pessoas tiram delas mesmas, esticando o braço. Uma selfie pode capturar o momento da conexão que está sendo feita de forma irreverente e, acredite, vai ser bem mais marcante que um cartão.

Mas como fazer isso? Não dá para sair por aí abraçando as pessoas e tirando fotos com elas. Primeiro, peça permissão. Pode perguntar com entusiasmo. Sinta a personalidade da pessoa com quem você está construindo uma conexão e vá levando a conversa para um estilo mais leve, até que haja algum conforto para tirar a selfie.

Seja agradável, faça sorrir. Vale usar a criatividade para fazer uma foto bem divertida. Aí, sim, pegue o número do telefone. Se possível, envie-a imediatamente. Que tal mandar por Whatsapp, para já quebrar o gelo e começar a usar esse aplicativo com seu parceiro de negócios em potencial?

E quais são as vantagens disso? Você faz um contato físico além do aperto de mão, cria uma lembrança visual do que foi conversado, consegue o telefone e possivelmente outros dados de contato, abre uma brecha para outros diálogos e, principalmente, garante que será lembrado de forma diferenciada.

Então, e aí… Que tal uma selfie?