Para chegar ao Redentor

Imagem: Convervapedia

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Recentemente, a Prefeitura do Rio de Janeiro mudou as regras de visitação da estátua do Cristo Redentor, uma das sete maravilhas do mundo moderno, no topo do morro do Corcovado.

O acesso mais tradicional, por trem, agora deve ser comprado e agendado pela internet. Para subir o morro de van, é preciso comprar na bilheteria correspondente e, se a opção for carro ou táxi + van, também deve haver compra e agendamento online.

Para facilitar a sua programação quando for fazer uma visita a um dos pontos turísticos mais famosos e importantes do planeta, indicamos o site Ingresso para o Cristo, criado por Allan Kirsten e Bruno Pimentel, que reúne detalhes e links para garantir sua ida.

Fique de olho no Salada para temperar ainda mais a sua vida!

 

Para onde viajar nas próximas férias?

Que tal adquirir estilo Gangnam?

Cidade de Gangnam Gu.

Isso não é um privilégio somente do rapper sul-coreano Psy.  A cidade citada pelo músico que é o maior sucesso viral da atualidade não escolheu o pequeno distrito por um acaso. Gangnam Gu é um dos 25 distritos do governo de Seul, localizada na parte do sudeste da Coreia do Sul.A região é uma das mais ricas e por lá estão localizadas os principais hotéis, lojas de grifes e empresas como a Samsung, LG, Hyundai, com destaque para o famoso metrô que abriga um shopping Center subterrâneo.  Mesmo assim com tanta novidade a disposição não é nada barato fazer compras por lá.

Gangnam Gu é sem dúvida uma cidade diferente e totalmente tecnológica. Por lá é possível se  deliciar  em grandes cafés com WIFI disponível em todos eles. Acredite: é um dos lugares mais conectados do mundo, com internet mais rápida que a do Japão e dos EUA.  Não é a toa que um item de primeira necessidade para qualquer sul-coreano seja um smartphone.

A noite é bem agitada. As mulheres, assim como no clipe do Psy, se vestem de shortinho e salto alto.  Consideradas as mais belas mulheres da Ásia elas abrilhantam ainda mais a noitada que começa com grandes Happy Hour depois de longas jornadas de trabalho, típico dos nativos do país.

Cairo – Preferência Nacional

Paulo C. A. Benetti é consultor em Criatividade, Inovação e Estratégia, que aproveita viagens a trabalho para visitar e curtir outros lugares, com outros olhares.

Depois da viagem à Capadócia, Paulo nos leva ao Cairo no Egito. Uma viagem contada com uma curiosa riqueza de detalhes. Para ler e viajar…

benetti@benetti.com.br

Não foram muitos dias, mas deu para saber que a preferência nacional do Cairo é muito conhecida de todos nós. Temos até marchinha de carnaval: “Ei! Você aí! Me dá um dinheiro aí.”

Chegar a uma cidade bem à noite dá uma sensação gostosa e trafegar pelo trânsito tranquilo e as cores dos prédios, monumentos e casas ficam bonitas. No aeroporto lá estava o motorista Nabil esperando, com um olhar sorridente sem mostrar que estava de saco cheio com o atraso do voo e com minha mala que ficou “horas” para aparecer.

Fomos pelas avenidas até chegar ao hotel que fica no quinto andar de um prédio, onde há outro hotel (no quarto andar) e residências. Simples mas muito bem cuidado por duas antigas comissárias da Lufthansa, em um bairro que é uma ilha do rio Nilo, Zamalek. Depois vi que a embaixada brasileira fica na mesma quadra do hotel, secundada por outras dezenas de embaixadas.

Como diríamos: “tudo em cima”. Bom quarto, bom banheiro, e muito bom café da manhã, a um preço razoável. Para isto servem os sítios na internet que fazem reservas. Eles têm um bom sistema de avaliação feita pelos hóspedes anteriores. Sigo por aí.

No dia seguinte, já de manhã vê-se que Cairo não conseguiria nunca ser uma cidade bonita. A areia do deserto trazida pelo vento deixa tudo da mesma cor, e como se estivesse empoeirada. Aliás, está.

Primeiro passeio: Museu do Cairo. É lá que estão os meus mais antigos parentes. Já nem sei se são por parte de pai ou de mãe, mas lá estão eles e não posso deixar de visitar. Imagina você ir a um lugar pela primeira vez e não visitar seus parentes. É praga na certa! E de praga o Egito tem doutorado. Dura anos!

O museu é imenso e é preciso muita disposição física para confraternizar e cumprimentar todos os parentes que lá estão. Ai de você se não visitar todos. Dá uma ciumeira. A vantagem é que eles não ficam oferecendo bolo, doces, café. São bastante econômicos e rápidos. Afinal, tem muitos parentes esperando a vez.

Olho algumas pedras com aquelas escritas estranhas e vejo que uma pedra vai levando a outra, e a outra, assim por diante. Pelo que está escrito deve ser uma continuação. Talvez fosse forma de se fazer novela naquela época. Um capítulo por ano.

Chama a atenção de que 99% das estátuas, que estão de pé, é a perna esquerda que está a frente. Nunca tinha visto tanto canhoto na minha vida. A civilização antiga do Egito era formada por canhotos. Não tinham ponta-direita no time deles.

Algumas restaurações nada mais eram do que cópias. Mas que importância tem fazer uma lipoaspiraçãozinha, uma plástica rejuvenescedora. Até parabenizei os parentes que toparam esta. Ficaram bem melhor.

Procurei saber como meus ancestrais enfrentavam a claustrofobia. Tranquilo. Já tinha aprendido este negócio de meditação e outras maneiras de enfrentar um sarcófago por muito tempo.

Algumas estátuas masculinas apresentavam membros tão grandes que fiquei imaginando se este negócio de propaganda enganosa já funcionava na época. Também pensei que, naquela época, esta era a forma de comunicar da turma que vive enchendo a nossa caixa de e-mails com propostas de aumentar o membro alguns centímetros. Como o mundo se repete! Só mudam os meios.

O fato é que história vende. Cheio de gente o museu. Muitos intérpretes, muitos guias que “sabem tudo” sobre o nada. Imagino que daqui uns dois mil anos o pessoal indo ao museu brasileiro para ver a múmia do Lula e, porque não, a da múmia paralítica. Seria muito engraçado ouvir as histórias destas múmias.

Aprendi, pelo menos, a distinguir estátuas gregas de romanas. As gregas mostram homens pelados e mulheres vestidas. Os romanos: homens vestidos e mulheres peladas. Ganha um centavo quem descobrir quais eram as mais visitadas.

Há outra coisa que chama a atenção: todas as estátuas que apresentam o faraó e sua cara-metade tem um quê de afeto. Sempre um está abraçando o outro. Um charme.

Tem um faraó que é o pop star: Tutankhamun. Uma sala só para ele. E olha que morreu com 19 anos. Imagina se ele chegasse à idade da Madonna.

Mas o que chama mais atenção são as máscaras que tinha que usar nas festividades. Vi uma que pesava 11 quilos! Agora imagina você sair no bloco de carnaval carregando um treco de 11 quilos na cabeça.

Não encontrei, por mais que tentasse, nenhuma referencia a Indiana Jones, patrono holliwoodiano deste negócio de história antiga.

No Cairo tudo que você pergunta tem um pedido de dinheiro. Não vi violência de roubos, nem o hotel advertiu sobre isto. Há muita informação para quando der gorjeta (eu ia escrever propina, mas com este negócio de Brasília é melhor escrever à paulista). Dê valores baixos. Tipo 10 libras egípcias (pouco mais que 3 reais).

No centro Cóptico (onde está o período da Igreja Católica Ortodoxa), cada ruela havia um guarda. Cada pergunta que se fazia para encontrar onde queria ir, tinha um pedido de dinheiro aí. O motorista de taxi que me levou ficou esperando duas horas somente para garantir que teria passageiro na volta. E olha foi uma corrida de uns 15 reais.

Aliás, taxi é muito barato por lá. Um motorista com um bom carro por oito horas também é muito barato. Paguei cerca de 60 reais por oito horas (toca para as pirâmides… toca pra Cidadela… toca pro restaurante – por favor, um que tenha cerveja de verdade!).

Caminhei à noite pela região próxima ao Nilo e, também, próximo ao hotel. Em nenhum momento senti insegurança (quer dizer, tava num cagaço grande, mas andei). O passeio de Felucca é divertido. Felluca é um barco grande, que enchem de turistas e rodam pelo Nilo à noite. Antes de entrar tem que negociar com um monte de gente. Você nem sabe se pagou para o cara certo. Entraram muitas mulheres árabes com seus filhos e casais de namorados. A música era árabe, a altura do som era de discoteca. Mas os meninos deram um show. Gostam de dançar.

Um dia foi praticamente reservado às pirâmides que ficam junto da cidade. Foi um dia que como diz a música: “levantou poeira”. Aqui temos fumaça e poluição, lá eles têm poeira.

Ver as pirâmides é até barato, o que encarece é a turma que quer te vender qualquer coisa. Usam até aquele golpe de que é um regalo (regalo é a mãe! Na minha terá é presente). O outro grande problema é que não tem um boteco nem para tomar cerveja sem álcool. Aliás, fiquei especialista no tema. Quase não se vende bebida alcoólica por lá. Um anúncio de cerveja diz: Amstel Zero. Não é zero de açúcar, é zero de álcool. E tome cerveja sem álcool. Mas perto das pirâmides não tem nada disto.

Andando pelas pirâmides tem que tomar cuidado com a caca dos camelos. Não é uma caquinha de cachorrinho de madame que passeia aqui pelas ruas. É um cacão. Dá para mergulhar.

Lá, por causa da poeira, usei estas máscaras contra a gripe suína, que o trouxa aqui comprou graças a uma campanha alarmista para os laboratórios venderem remédio encalhado. Tenho uma caixa de máscaras aqui em casa. Não sei se irei 50 vezes ao Cairo.

As pirâmides ficam no alto e de lá dava para ver a cidade envolvida no poeirafog. É muito estranho. Antes de visitá-las procure fazer um pipi antes. Os arquitetos esqueceram-se de botar banheiro naqueles monumentos.

Não poderia deixar de visitar a casa dos meus antepassados. Grandes e monumentais. São lindas, embora de perto sejam até rudes. Mas lá estão milhares de anos. Uma passadinha pela Esfinge também faz parte. Ela toda imponente com aquele olhar e jeito blazé. É baixinha, comparada às pirâmides, mas é imponente. Milhões de fotos por dia fazem dela uma estrela de milhares de anos.

Próximo tem um auditório ao ar livre. À noite fazem um espetáculo de luzes coloridas naquele conjunto monumental de Esfinge e pirâmides. Por mais que procurasse não vi nenhuma menção se haveria show da Beyoncé ou da Ivete Sangalo (nosso arroz de festa).

Mais tarde um passeio pela Cidadela de Saladino. Hoje em dia passa tanto filme do Saladino nas Cruzadas que até achei que ia encontrar um clone dele por lá. Lá está uma mesquita linda e imponente. Primeiro parece uma fortaleza. E é. Passeando por ela chega-se à mesquita (e entra sem sapatos, sua mãe não te ensinou!). Linda por dentro. Gostoso andar no tapete que forra o piso. Mas por perto não tem nenhuma cerveja. Dura é a vida de turista no Cairo.

Caminhar pelas ruas do Cairo é deparar com alguma coisa que é tão raro no Brasil que chama atenção. Todas as mulheres cobrem a cabeça com um lenço. Algumas, poucas, cobrem tanto que ficam somente aquelas duas bolotinhas, os olhos, para fora. E aí vem o paradoxo: como tem salão de beleza feminino naquela terra! Aos montes. Tem cada tara!

No último dia, é o de compras. Direto ao mercado modelo de lá. É o bazar Khan El Khalili. Roteiro de todos os menus turísticos.

O taxista deixa num lugar e diz que é ali. Comecei a andar por uma ruela e deparei, um após o outro, com dois caras muitos solícitos, querendo me ajudar a achar o lugar das lojas. Estranhei. Eles não pediam dinheiro e até falavam espanhol. Voltei e uma pessoa mostrou que o bazar ficava do outro lado da avenida e não naquele lugar. Alívio.

Muitas ruelas, muita bugiganga, muita conversa com os caras. São insinuantes. Igualzinho nos shoppings de Pequim. Mas não se encontra muita coisa comprável. E já tem coisa made in China. Estes chineses… qualquer diz estarão vendendo bundas de mulatas para a gente aqui do Brasil.

No aeroporto na saída encontro o mesmo tipo de pessoas com uma atenção, querendo pegar minha mala e passar pelo raio-x. Não sei se era jogada ou iam pedir um dinheiro depois. Por via das dúvidas dei um chega pra lá e segui em frente. Ali tomaria um voo para Frankfurt, 10 graus abaixo de zero. A única vantagem é que tem cerveja.

Até!

Capadócia – Preferência Nacional

Paulo C. A. Benetti é consultor em Criatividade, Inovação e Estratégia, que aproveita viagens a trabalho para visitar e curtir outros lugares, com outros olhares.

Hoje ele nos leva à Capadócia, na Turquia, e nos próximos domingos viajaremos com ele por Lima, Cairo, Istambul e à Sagrada Família em Barcelona.

benetti@benetti.com.br

Estando na Turquia não se esqueça de visitar a Capadócia. De lá é São Jorge que se tornou um dos santos mais badalados. Padroeiro da Inglaterra, de Portugal, de Moscou, do Corinthians, e dizem que até do Rio de Janeiro extra-oficialmente. Digamos que é uma eminência parda no mundo religioso carioca. Querido pelos católicos, ortodoxos e anglicanos.  Enfim, um santo popular. Isto sem precisar de tuitar ou facebucar.  Os dragões da maldade que se cuidem.

A Capadócia tem história e histórias sensacionais.  Por séculos, tempos atrás, tiveram que cavar o chão para construir abrigos contra os invasores.  Construíram cidades subterrâneas.

Andar por aquelas cavernas e imaginar como podiam viver milhares de pessoas é quase impensável. Nosso grupo era uma babel: uma família do Nepal (nem sabia que havia famílias no Nepal, e olhava para eles com uma curiosidade imensa, para entender os costumes. As garotinhas nem aí, só mandavam mensagens pelos celulares); um jovem muito forte do Afeganistão (também pensei que lá tava todo mundo metendo bala para todo o lado e ninguém tinha tempo para fazer turismo); e outros menos votados – Inglaterra, Sudão, Egito, Coréia do Sul, Peru e Brasil.

O guia, muito falante (como todos os guias), gostava de falar a palavra Anatólia. Tudo tinha Anatólia no meio. Já pensando que iríamos encontrá-la em uma das cavernas, ele aproveitou para explicar que este nome designa a parte da Turquia que fica na Ásia – ou seja, 95% daquele país.  Ou seja, a Turquia asiática chama-se Anatólia.

Passeamos por cavernas construídas há mais de mil anos e ficava bestificado como o guia sabia ainda hoje onde ficava a cozinha; onde o pessoal se reunia para comer; em que andar ficavam os animais. Como saber tudo isto depois de tanto tempo?  Mas os guias são para isto, se não sabem, inventam. O que para mim é o melhor – adoro a imaginação.

O conjunto de cavernas formava uma cidade. Alguém disse que chegavam a ter mais de 10.000 moradores.  Isto me parece a mesma coisa quando falam o número de pessoas na praia de Copacabana durante a passagem do ano; de passeatas; de aglomerações políticas.  Sempre multiplicam por dez, vinte, sei lá.

Em algumas montanhas também existiam cavernas que foram monastérios ou conventos.  Havia salas de aula!  Não relegaram a educação mesmo tendo que se esconder dos invasores. (MEC !!!! preste a atenção nisto antes que os brasileiros virem povos das cavernas.)

O turismo resolveu tirar partido e montou uma rede de hotéis em cavernas, construídas para isto. Pois não resisti e lá estava num imenso quarto com imenso banheiro, com tudo que tinha direito (inclusive ar condicionado e internet). Um troglodita hi-tech.

As pessoas locais são muito simpáticas.  As cidades, Nevsehir e Goreme, são pequenas e quase tudo voltado para o turismo, e tudo com tradução para o inglês (diferente de Istambul).

Mas não tinha ido lá só para ver somente cavernas. Queria passear em um balão.  Nunca havia feito e como tenho medo de altura achei que era uma boa oportunidade de enfrentá-lo.

Muito cedo, por volta das cinco da manhã, uma van passava pelo hotel e seguia recolhendo os futuros passageiros dos balões.  Levava todos até um ponto de concentração, onde lá estavam centenas de pessoas e dezenas de outras vans. Ali todos tomavam o seu café da manhã. Modesto mas gostoso.

Em certo momento uma senhora avisa para qual van devemos dirigir-nos.  As vans têm nomes dos pilotos dos balões escritos nos vidros. O do meu balão era o Mustafá. No caminho explicava algumas coisas.  Disse o seu currículo, falando um inglês bem claro.  Estudou pilotagem nos Estados Unidos (isto não é nenhuma vantagem, até os pilotos dos aviões de 11.9 também estudaram). Viajamos uns quinze minutos.

O sol já estava pintando no horizonte e a lua cheia, já não resistindo tamanha competição, procurava seu refúgio. Foi descansar para, à noite, voltar com toda a sua sedução.

Em um lugar simples numa mata rasteira o balão tomava corpo.  Estava com a curiosidade de um menino e a preocupação de um adulto. “Como vai ser minha reação quando esta coisa subir?”.

Um grande cesto é nossa nave carregada pelo balão.  É nele que se viaja. Retangular e tem quatro cantos cercados onde, em cada um, ficam quatro pessoas.  Ou seja, éramos dezesseis passageiros.  No meio estão os bujões de gás que eram acionados pelo piloto para dar movimento ao lindo balão.

Entramos todos. Algumas pessoas precisaram de ajuda, pois o parapeito era alto.  Mustafá dava as explicações gerais de segurança e de comportamento. Tudo muito simples e fácil.

Antes mesmo que o meu coração informasse que tava bombeando mais adrenalina, percebi que o balão já estava no ar. Como tudo que é sólido flutua no ar, me senti desta forma: em estado de levitação.  Não parecia voar, mas flutuar.  Um momento de rara felicidade.  Se o Céu for daquele jeito, topo!

À medida que o balão subia, dava para ver que os outros balões, uns cinqüenta, também subiam.  O horizonte ficou cheio de balõezinhos.  Uma beleza! Alguns bem mais altos, outros não.  Mustafá explicava que primeiro um grupo viajava pelo vale, mais embaixo, outros seguiam acima esperando sua vez.

Fotos eram disparadas na mesma quantidade que suspiros eram dados.  Uma miríade de expressões de contentamento com cada coisa que se via.

Uma hora e meia depois estávamos descendo em um local, onde algumas garrafas de champanhe esperavam. Rapidamente o pessoal de terra desinflou o balão e despachava o caminhão que o levava.  Tomamos nossos champanhes e celebramos nossa alegria.  E ainda nem havia dado oito horas da manhã.

Depois deste passeio um descanso era necessário para deixar que toda aquela experiência passasse pelos poros e ficasse registrada para sempre em nossas células.  É simplesmente inesquecível principalmente para quem tem medo de altura.

Mas turista não pode parar. Se para, desliga. É igual brinquedo de criança. Então, à noite, a Dança dos Dervixes esperava para o seu espetáculo.

É uma dança muito delicada, ao mesmo tempo muito simples pois a maior parte do tempo ficam a rodar, parecendo discos por causa da saias longas. Na tradição sufi esta dança representa a ligação entre o divino e a vida terrena.  Com a mão direita o dervixe recebe a graça e com a esquerda espalha pelo mundo. E giram sem parar.  É um meio de alcançar a meditação mais elevada.  Não é um espetáculo típico que o turista gosta. É repetitivo e a música com pouca variação. Mas é tocante como eles giram e giram em busca do divino.

A Capadócia é divina!

O L´Entrecôte

O conceito é bem simples uma única salada de entrada e um único prato principal, o entrecôte, contra-filé da costela, acompanhado de um molho sabor herbal espetacular e fritas mais do que no ponto. Nesse restaurante as decisões que sobram para os comensais são o ponto da carne (que é rigorosamente respeitado) e a bebida e isso é ótimo!

Receita francesa com fórmula de atendimento idem. Não há quem passeie por Saint Germain des Prés em Paris e deixe de comer no Le Relais de L´Entrecôte, na Rue Saint Benoit, ou um pouquinho mais distante no Le Relais de Venise – L´Entrecôte (minha preferência), em Porte-Maillot. As filas do lado de fora podem até desanimar num primeiro momento, mas logo percebe-se que ali estão todos por um motivo muito, muito bom e, então, a espera é uma deliciosa expectativa.

O prato principal no L´Entrecôte de ma Tante, de Olivier Anquier em São Paulo

Mas a boa notícia é que podemos desfrutar de experências similares por aqui mesmo no Brasil.

Em São Paulo já estivemos no L´Entrecôte de Paris, na Pedroso Alvarenga, e no L´Entrecôte de ma Tante, de Olivier Anquier, na Dr. Mário Ferraz, também no Itaim.

O restaurante do Olivier é desparado a nossa preferência por causa do ambiente, do perfeito ponto da carne e da atmosfera acolhedora e divertida do lugar).

Olivier conta que a receita do molho é da sua tia, Nicole e é guardada a sete chaves. Por R$ 53,00 você aprecia o trio, salada de folhas com tempero francês, um generoso entrecôte e fritas inesquecíveis que podem ser apreciadas sem limite.

No Rio de Janeiro  talvez muitos lembrem da “La Brasserie de L´Entrecôte que funcionou, por pouquíssimo tempo,  na Paul Redfern em Ipanema.

Aproveito para deixar aqui nossa reivindicação para que, aproveitando a maravilhosa onda de restaurantes e chefs paulistas que têm se instalado no rio, que algum decida trazer novamente a fórmula para a cidade. Quem sabe agora vai?

Na próxima vez que for a São Paulo vou ao L´Entrecôte de ma Tante, matar a vontade que fiquei, ao escrever esse post, de comer as fritas… Abaixo você pode conferir os vídeos que fizemos dos dois restaurantes e tirar sua própria conclusão sobre o ambiente.

Você gosta mais do:

Veja os Resultados

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Até!

Confira o L´Entrecôte de ma Tante:

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Veja o L´Entrecôte de Paris:

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Orlando – EUA

Em homenagem às férias e ao meu sobrinho que acaba de embarcar para Orlando. O tempero de hoje traz algumas das fotos e vídeos que eu e Joseana fizemos na cidade, aproveitando a viagem para participar do congresso da ASTD, um dos maiores congressos do mundo na área de treinamento e desenvolvimento.

Como já é de costume, nosso mascote, O Coelho, nos acompanhou e fez sua segunda viagem aos EUA. A passagem dele por Nova York também foi compartilhada com vocês aqui no blog. Por onde passa, nosso mascote atrai curiosos e fãs. Tem gente que participa e dá dica do cenário, sugere uma pose para O Coelho, mas tem gente que passa e olha sem entender muita coisa, na verdade, já entendeu que tem gente muito maluqinha no pedaço. Para nós é uma diversão e um jeito diferente de mostrar um pouquinho da viagem.

Optamos por compartilhar mais o lado gastronômico da viagem, mas como vocês vão perceber em algumas das fotos e vídeos, também, teve muita palestra e  visitas aos parques, além de uma visita aos bastidores da Disney que foi muito curiosa.

Até a próxima viagem! O Coelho também estará lá!

Claudia Klein e Joseana Pereira

Nosso mascote também foi ao congresso e descobriu que tinha muito a aprender. Acho que conseguiu… Foi um troca-troca de sala sem fim. O congresso era imenso, o número de palestras simultâneas idem.

O Coelho chegando para a ASTD, enstusiasmado!

A palestra da plenária também contou com O Coelho. Salão imenso, gente de toda parte do mundo e muitas novidades.

Assistindo à palestra magna ele ficou com soninho

Na livraria foi a nossa vez de se esbaldar. Adquirimos mais alguns livrinhos sobre coaching e redes sociais para a nossa coleção. Depois indicamos alguns deles por aqui, ok? Pela quantidade de palestras e livros sobre o assunto, fica evidente que gestores e RH incorporaram de vez, as redes sociais e suas diferentes aplicações ao mundo do treinamento e desenvolvimento. Um mundo de oportunidades… mas O Coelho está só começando a aprender…

Na biblioteca do congresso procurando mais livros sobre as redes sociais

O Coelho gostou mesmo da Aldeia Global, o ponto de encontro dos participantes de todas as partes do mundo. Bota diversidade nisso! Gente diferente e interessante participando do congresso. Muito bom! O número de brasileiros era bem representativo!

Na Aldeia Global, dentro do congresso, fazendo amigos do mundo todo

Enquanto isso… fora do congresso…

O restaurante The Palm já era nosso conhecido da viagem que fizemos para Nova York. A decoração é sofisticada, mas os desenhos nas paredes ajudam a dar leveza e bom humor. Fica dentro do Hard Rock Resort, o que sugere um passeio curioso pelo hall do hotel e pela famosa loja, antes ou depois da refeição. No filminho que fizemos você pode observar um pouquinho da decoração do The Palm:

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Almoço no The Palm, famoso pelas lagostas

Depois do almoço, nosso mascote fez novos amiguinhos na Hard Rock Cafe Store

Com amigos da pesada na Loja do Hard Rock Cafe

… e preferiu ficar sentadinho no hall do hotel enquanto caminhávamos para lá e para cá. Quase o deixamos por lá, ah coitado!

Uma paradinha estratégica para descansar... Essas meninas andam...

Jantamos no Funky Monkey Wine Company, esse restaurante é uma delícia, o cardápio bem variado, harmonizado com a ampla seleção de vinhos. Fica aberto até tarde, o que em Orlando significa uma da mnhã, mas a cozinha fecha à meia-noite. Um lindo aquário no salão, ajuda a esquecer o tempo e o calor lá fora…

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O restaurante italiano, Maggiano´s Little Italy, é simplesmente um charme. Cruzar os corredores é uma viagem no tempo. Lá dentro sofás de couro, fotos antigas, música antiga e comida saborosíssima! Comemos uma massa com camarão, flambado no vinho com especiarias que era para comer de joelhos. Nosso mascote estava lá e aproveitamos para fazer o filminho do local.

Em um jantar no italiano Maggiano´s - Gostei demais!!!

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A Cantina Laredo é um restaurante de comida mexicana que faz parte de uma cadeia que está presente em diferentes cidades dos Estados Unidos. A Jô ama comida mexicana e lá fomos nós. Comemos muito bem aqui e com muita pimenta, como sempre…

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Na fila da Splash Mountain, a montanha russa que fica dentro do Magic Kingdon. O calor era intenso, a fila enorme, mas nosso mascote aguentou firme e se esbaldou, com direito a banho no final! Ele fez um grande sucesso na fila e atraiu olhares curiosos durante a sessão de filmagem. Deu um show!

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Ainda dentro do Magic Kingdon, O Coelho foi a atração da loja da Disney. “Tem ele para vender?” Não!!!!

Na Disney Store comprando lembrancinhas para os pequenos

No restaurante Paradiso 37, que fica dentro do Disney Downtown,  você encontra comida de todas as regiões da América e o repertório musical embala a “viagem”. Acabamos com um vidro inteiro de molho de pimenta e isso causou uma certa desconfiança na garçonete, eu heim… Uma mesa na varanda de frente para o lago e pronto! Nosso mascotinho não queria mais voltar a caminhar…

Almoço no Paradiso 37 na Disney Downtown - Comida das Américas

No vídeo que fizemos durante nosso almoço no Paradiso 37, você pode conferir um poquinho da trilha sonora e do visual que se curte da varanda. Gostamos muito!

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Dêem uma olhadinha nesse outro vídeo e vejam um pouquinho da CityWalk Universal à noite. Muitos restaurantes e muito esporte por aqui.

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O NBA City é um dos restaurantes que ficam dentro do CityWalk Universal e é sob medida para os apaixonados por esportes. Nós passamos por lá, comemos um hamburger que não estava lá grandes coisas…

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Até a próxima viagem!

Vai sair de férias? Encontre aqui o guia de viagem que precisa!

Já fez as malas?

Ontem publiquei o post sobre o livro de Danuza Leão: Fazendo as malas, no qual ela nos conta sobre sua viagem para Sevilha, Lisboa, Paris e Roma.

Hoje é a vez do livro De  malas prontas, também editado pela Cia das Letras.


Nessa publicação, ela nos leva a um viagem maravilhosa que começa em São Paulo e  continua em  Buenos Aires, Berlim e Londres.

Assim como  no primeiro livro, a linguagem é intimista e tão gostosa de ler  que instiga o leitor a conhecer as cidades do seu ponto de vista: algumas vezes irrevente e  outras reflexivas. Nunca imparcial!

Algumas imagens das cidades…

Ponte estaiada, São Paulo

Livraria El Atheneo, Buenos Aires

Brandeburg Gate, Berlim

Londres

Sinopse:

“‘O primeiro destino é a capital paulista. Sem se intimidar pelas centenas de lojas, museus, parques e hotéis, Danuza vai fundo na rota do luxo e do moderno, e ainda arruma tempo para desfrutar uma verdadeira madrugada paulistana, entre festas e casas noturnas povoadas pelas muitas tribos da cidade. Atenta às tendências, ela transforma este relato de viagem numa saborosa crônica de costumes, que seus leitores saberão reconhecer. O mesmo ela fará em Buenos Aires e Berlim, as duas próximas paradas do roteiro, cidades tão distintas quanto autênticas e originais. Na primeira, dá um vislumbre da cultura portenha e passa por museus e cafés, casas de dança, livrarias e cemitérios. Já em Berlim, encontra uma cidade em ritmo de transformação, onde o impacto do fim do Muro se faz ver na moda e na noite, esta última uma das mais agitadas e concorridas da Europa.
E nada mais apropriado do que terminar esse giro em Londres, cidade referência em moda e consumo e um dos grandes centros cosmopolitas do mundo. Lá a autora encontra o que há de mais elegante, porém tudo sempre dentro da fina discrição britânica. Com desenvoltura, Danuza circula entre lojas de quatrocentos anos, sapatarias dignas de príncipes e reis e lendárias chapelarias”.

Agora é torcer para que a Danuza publique mais livros! Quem sabe ela não começa o próximo pelo Rio de Janeiro?
Uma ótima semana para você!
Joseana Pereira

Vamos fazer as malas?


Para quem já está pensando em suas próximas férias vale a pena ler os  livros da Danuza Leão: Fazendo as malas e De  Malas prontas, ambos editados pela Cia das Letras.


Danuza Leão escreve de uma forma tão “intima” que parece que  estamos conversando com uma amiga próxima que acabou de voltar de viagem.  Ela nos dá dicas de passeios clássicos e também de lugares, hotéis, e compras que só com alguma pesquisa e  indicações de “locais”  conseguimos descobrir. Imperdível!

Nesse primeiro livro ela  nos conta de sua viagem para Sevilha, Lisboa, Paris e Roma.

Seguem algumas fotos dos locais para você se animar, ok?

Pátio do Reales Alcázares, em Sevilha

Torre de Belém, Lisboa

Place de la Concorde, Paris


Coliseu, Roma

Neste guia inusitado, Danuza Leão visita quatro cidades européias e traz de volta uma mala cheia de dicas e histórias indispensável para quem gosta de viajar, mesmo do sofá. “Afinal, o que é uma mulher sem malas?” Essa é a pergunta que faz Danuza Leão ao se preparar para uma viagem curta à Europa. Tudo começa numa de suas constantes insônias, que ela tenta inutilmente driblar lendo, escrevendo, vendo televisão, ou mesmo trocando de lugar os móveis da sala. Ou, ainda, deixando a imaginação viajar. Pois foi da combinação entre um filme na televisão – com Ava Gardner, Tyrone Power, Errol Flynn e muitas touradas e flamencos – e suas divagações que lhe veio a idéia: por que não voltar à caliente Sevilha na época da animadíssima Feria? Daí para uma viagem que incluísse, além da capital da Andaluzia, Lisboa, Paris e Roma foram apenas alguns telefonemas para empresas aéreas e hotéis. Tudo muito fácil. Exceto por um pequeno problema: seria preciso fazer a mala, ou melhor, as malas. Como diz Danuza, ela costuma levar, segundo os seus critérios, o mínimo possível. Só que – ela confessa também – seus critérios “são sempre exagerados”. E assim, graças a uma insônia – e carregando três malas grandes, todas cheias -, ela partiu para a breve e deliciosa viagem que relata neste livro repleto de dicas espertas e saborosas sobre hotéis, restaurantes, passeios e as obrigatórias compras. (Depois de uma jornada nas Galeries Lafayette e no Printemps de Paris, a autora joga a toalha: “Resultado do dia: uma mulher destruída, arrasada, querendo só uma coisa na vida: sossego, e nunca mais ouvir falar de compras. E vendendo a alma ao diabo para arranjar um táxi”.) A alegria colorida das festas sevilhanas, as tentações irresistíveis dos doces portugueses, os preços estratosféricos (e a qualidade nem tanto) das maisons e butiques parisienses, e a elegância e o romantismo dos homens romanos são alguns temas desta viagem conduzida pelas mãos sábias de Danuza Leão. E, com sua ironia graciosa, ela encerra com chave de ouro: “Com todas as agruras que é viajar hoje em dia – as filas no check-in, as revistas para ver se você não é terrorista, as malas que são desfeitas e refeitas -, viajar ainda é das melhores coisas do mundo, e é bom aproveitar agora, já, porque os chineses estão chegando…”. No final do livro, o leitor encontra um roteiro com informações úteis sobre os hotéis, restaurantes, bares e lojas citados por Danuza”.

Amanhã publicarei sobre o segundo livro: De Malas Prontas.
Ótimo final de semana!
Joseana Pereira
Gostou da dica e deseja comprar o livro?

Fort Worth, Texas

Chegando a Fort Worth



Fort Worth Convention Center

Taverna, restaurante italiano

Daddys and Jacks, comida mediterrânea

Restaurante Mexicano Cantina Laredo

Fort Worth Stock Yards




Por do sol como despedida

Até a próxima Fort Worth!

Maravilhas Portenhas-Um Feriado em Buenos Aires

Silvana Rodrigues de Andrade é administradora com especialização em recursos humanos e mestrado em Projetos Sociais e Bens Culturais pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem 11 anos de experiência na área de recursos humanos de empresas, como Claro e Arthur Andersen. Atualmente faz doutorado na FGV, é consultora em projetos de recursos humanos, professora de administração e gestão de pessoas na graduação e pós-graduação e adora fazer viagens com bons roteiros gastronômicos.

Estive em Buenos Aires no final de semana do feriado de 02 de novembro.  Período histórico para o país, o ex-presidente Nestor Kirschner tinha falecido na quarta-feira anterior e a cidade toda estava consternada com a notícia. Confesso que fiquei surpresa com as manifestações populares, não sabia que o ex-presidente era tão querido pelo povo argentino. Por todos os lados podemos ver a frase “Fuerza Cristina”, inclusive em pichações em monumentos históricos (!). O slogan que toma a cidade é uma clara manifestação de apoio a atual presidente Cristina Kirschner. A dúvida que fica nesses momentos de comoção coletiva é se ele tinha esse significado todo, ou isso foi construído após a sua morte?

Feira de San Telmo

Tango em San Telmo

Jardim Japonês

Questões políticas à parte, a cidade continua uma delícia, no sentido literal e figurado. Os bons ares portenhos continuam nos remetendo às maravilhas européias. Suas calçadas planas, os cafés, o lindo Teatro Colón (até que enfim reaberto, após longo período de reforma), o Malba (com a sua incrível coleção de artistas lationamericanos) e os seus restaurantes…o que são os restaurantes em Buenos Aires?

Em que lugar do mundo um brasileiro come e bebe tão bem com sua moeda valendo mais que o dobro? Não é à toa que nossos compatriotas invadiram a cidade. Estavam em todos os lugares. Os garçons já até arriscam um português básico para nos atender, como “querem sobremesa?”  Tudo isso é mais que um convite aos prazeres da boa mesa e do excelente vinho argentino. Cada quilo a mais é devidamente recompensado com o prazer de saborear as iguarias que podemos encontrar em cada um dos seus restaurantes.

Chiquilin

Por falar nisso, gostaria de destacar uma em especial, o ravióli de pato com manga do restaurante TOMO. Que mistura! Um prato inesquecível. Daqueles que consegue despertar sabores que você não sabia que existiam em suas viciadas papilas gustativas.

Restaurante TOMO - Buenos Aires

O restaurante fica dentro do Hotel Panamericano, de frente para a Nove de Julho, na Carlos Pellegrini. O ambiente não é moderno, inclusive parece com o restaurante de qualquer hotel, com um estilo meio anos 70, com lambris e paredes acolchoadas. Nada demais. Em compensação… a cozinha é maravilhosamente  contemporânea  e o atendimento, fantástico. Sem falar, na boa carta de vinhos. Vale destacar a simpatia do atendimento do  sommellier e do garçom Juan Carlos.

Não preciso nem dizer que mesmo querendo conhecer outros lugares, aportei duas vezes por lá e pedi o mesmo prato. Não esqueçam: ravióli de pato e não se fala mais nisso. Só de lembrar, as tais papilas gustativas ficam nervosas.

Silvana Rodrigues

silvanarandrade@gmail.com

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