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O L´Entrecôte

O conceito é bem simples uma única salada de entrada e um único prato principal, o entrecôte, contra-filé da costela, acompanhado de um molho sabor herbal espetacular e fritas mais do que no ponto. Nesse restaurante as decisões que sobram para os comensais são o ponto da carne (que é rigorosamente respeitado) e a bebida e isso é ótimo!

Receita francesa com fórmula de atendimento idem. Não há quem passeie por Saint Germain des Prés em Paris e deixe de comer no Le Relais de L´Entrecôte, na Rue Saint Benoit, ou um pouquinho mais distante no Le Relais de Venise – L´Entrecôte (minha preferência), em Porte-Maillot. As filas do lado de fora podem até desanimar num primeiro momento, mas logo percebe-se que ali estão todos por um motivo muito, muito bom e, então, a espera é uma deliciosa expectativa.

O prato principal no L´Entrecôte de ma Tante, de Olivier Anquier em São Paulo

Mas a boa notícia é que podemos desfrutar de experências similares por aqui mesmo no Brasil.

Em São Paulo já estivemos no L´Entrecôte de Paris, na Pedroso Alvarenga, e no L´Entrecôte de ma Tante, de Olivier Anquier, na Dr. Mário Ferraz, também no Itaim.

O restaurante do Olivier é desparado a nossa preferência por causa do ambiente, do perfeito ponto da carne e da atmosfera acolhedora e divertida do lugar).

Olivier conta que a receita do molho é da sua tia, Nicole e é guardada a sete chaves. Por R$ 53,00 você aprecia o trio, salada de folhas com tempero francês, um generoso entrecôte e fritas inesquecíveis que podem ser apreciadas sem limite.

No Rio de Janeiro  talvez muitos lembrem da “La Brasserie de L´Entrecôte que funcionou, por pouquíssimo tempo,  na Paul Redfern em Ipanema.

Aproveito para deixar aqui nossa reivindicação para que, aproveitando a maravilhosa onda de restaurantes e chefs paulistas que têm se instalado no rio, que algum decida trazer novamente a fórmula para a cidade. Quem sabe agora vai?

Na próxima vez que for a São Paulo vou ao L´Entrecôte de ma Tante, matar a vontade que fiquei, ao escrever esse post, de comer as fritas… Abaixo você pode conferir os vídeos que fizemos dos dois restaurantes e tirar sua própria conclusão sobre o ambiente.

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Até!

Confira o L´Entrecôte de ma Tante:

Fast Tube

Veja o L´Entrecôte de Paris:

Fast Tube

Vamos fazer as malas?


Para quem já está pensando em suas próximas férias vale a pena ler os  livros da Danuza Leão: Fazendo as malas e De  Malas prontas, ambos editados pela Cia das Letras.


Danuza Leão escreve de uma forma tão “intima” que parece que  estamos conversando com uma amiga próxima que acabou de voltar de viagem.  Ela nos dá dicas de passeios clássicos e também de lugares, hotéis, e compras que só com alguma pesquisa e  indicações de “locais”  conseguimos descobrir. Imperdível!

Nesse primeiro livro ela  nos conta de sua viagem para Sevilha, Lisboa, Paris e Roma.

Seguem algumas fotos dos locais para você se animar, ok?

Pátio do Reales Alcázares, em Sevilha

Torre de Belém, Lisboa

Place de la Concorde, Paris


Coliseu, Roma

Neste guia inusitado, Danuza Leão visita quatro cidades européias e traz de volta uma mala cheia de dicas e histórias indispensável para quem gosta de viajar, mesmo do sofá. “Afinal, o que é uma mulher sem malas?” Essa é a pergunta que faz Danuza Leão ao se preparar para uma viagem curta à Europa. Tudo começa numa de suas constantes insônias, que ela tenta inutilmente driblar lendo, escrevendo, vendo televisão, ou mesmo trocando de lugar os móveis da sala. Ou, ainda, deixando a imaginação viajar. Pois foi da combinação entre um filme na televisão – com Ava Gardner, Tyrone Power, Errol Flynn e muitas touradas e flamencos – e suas divagações que lhe veio a idéia: por que não voltar à caliente Sevilha na época da animadíssima Feria? Daí para uma viagem que incluísse, além da capital da Andaluzia, Lisboa, Paris e Roma foram apenas alguns telefonemas para empresas aéreas e hotéis. Tudo muito fácil. Exceto por um pequeno problema: seria preciso fazer a mala, ou melhor, as malas. Como diz Danuza, ela costuma levar, segundo os seus critérios, o mínimo possível. Só que – ela confessa também – seus critérios “são sempre exagerados”. E assim, graças a uma insônia – e carregando três malas grandes, todas cheias -, ela partiu para a breve e deliciosa viagem que relata neste livro repleto de dicas espertas e saborosas sobre hotéis, restaurantes, passeios e as obrigatórias compras. (Depois de uma jornada nas Galeries Lafayette e no Printemps de Paris, a autora joga a toalha: “Resultado do dia: uma mulher destruída, arrasada, querendo só uma coisa na vida: sossego, e nunca mais ouvir falar de compras. E vendendo a alma ao diabo para arranjar um táxi”.) A alegria colorida das festas sevilhanas, as tentações irresistíveis dos doces portugueses, os preços estratosféricos (e a qualidade nem tanto) das maisons e butiques parisienses, e a elegância e o romantismo dos homens romanos são alguns temas desta viagem conduzida pelas mãos sábias de Danuza Leão. E, com sua ironia graciosa, ela encerra com chave de ouro: “Com todas as agruras que é viajar hoje em dia – as filas no check-in, as revistas para ver se você não é terrorista, as malas que são desfeitas e refeitas -, viajar ainda é das melhores coisas do mundo, e é bom aproveitar agora, já, porque os chineses estão chegando…”. No final do livro, o leitor encontra um roteiro com informações úteis sobre os hotéis, restaurantes, bares e lojas citados por Danuza”.

Amanhã publicarei sobre o segundo livro: De Malas Prontas.
Ótimo final de semana!
Joseana Pereira
Gostou da dica e deseja comprar o livro?

Experiência Gastronômica em Paris-Parte 11

A sequência de textos “Experiência Gastronômica em Paris” é de autoria de Mônica Pereira.

10/10/2010

Uma pena sair de Paris…já acordei com saudades. Dei uma corridinha na Champs-Elysées bem cedo e fui arrumar as malas. Depois tinha 1h30m até chegar o taxi, então fui dar uma voltinha na Rive Gauche, o dia estava lindo. Assisti um pedaço da missa na Chapelle de La Médaille Miraculeuse e aproveitei para levar umas medalhinhas de lembrança. A igreja estava lotada!

Depois subi a rua até o Sena, pela Rue Du Bac mesmo. Domingo estava quase tudo fechado e meu objetivo era tomar café na Eric Kayser, mas no caminho vi várias lojinhas interessantes (nada muito turístico) e uma Pâtisserie linda! Chama-se La Pâtisserie des Rêves….e realmente dá para sonhar com ela! Comprei uma Madeleine e um Financier, mas tinha tanta coisa gostosa…. Nada salgado, mas tinha brioches folhados, umas coisas lindas de pães, nunca tinha visto antes! A fila estava grande, as pessoas estavam comprando tortas e doces para o almoço de domingo. Tirei uma foto da fachada….uma gracinha de loja!

Continuando a subir a rua, estava a Eric Kayser e entrei para tomar meu café da manhã. Os sanduiches eram enormes, comprei um de Brie com salada verde. Estava divino….O pão faz toda a diferença.

Continuei subindo a rua e logo estava o Rio Sena, tinha uma corrida de rua passando, não sei se era maratona, mas pelo físico dos corredores devia ser no máximo 10 km…não tinham cara de corredores de maratona.

Desci a Tuileries e fui pra casa a pé. O motorista me levou até a Gare Du Nord e peguei o trem para Bruxelas. Chegando lá o outro motorista estava me esperando para ir a Aalst, cidade próxima da fábrica da Barry Callebaut. Cheguei ainda claro e a recepcionista do hotel me disse que era melhor eu jantar fora pois o restaurante do hotel não abre aos domingos. Fui dar uma volta na cidade e fiquei assustada! Parecia cidade fantasma, um vento frio…e absolutamente ninguém na rua. Achei uma Pizza Hut e achei melhor entrar ali mesmo. O restaurante até que tinha movimento. Tomei uma sopa de cogumelos com torradas de alho e só!

Mônica Pereira

Experiência Gastronômica em Paris-Parte 10

A sequência de textos “Experiência Gastronômica em Paris” é de autoria de Mônica Pereira.

9/10/2010

Hoje eu tenho o dia todo livre, então resolvi começar pela região de Montmartre. Queria voltar na MORA para comprar minhas lâminas de cortar pão que eu esqueci de comprar antes e também queria passar na Librarie Gourmande (http://www.librairiegourmande.fr/boutique/). Para quem gosta de livros de culinária, vale muito a pena. Se você tem medo de comprar livros em viagens por causa do peso, aqui vai uma dica. Todos os livros que comprei, enviei ao Brasil pelo correio (em Paris tem um “La Poste” em cada esquina). Uma caixa com 7,5 kg (é muito livro) custa 40 euros. Voltando à Librarie Gourmande, a loja é meio confusa mas depois de um tempo você se acha. Não deixe de ir no 2º andar, lá estõão os melhores livros. A maioria dos livros é em Francês, mas no 2º andar tem uma parte só em inglês com os melhores títulos. Vale a pena! Saindo da Librarie, fui direto a uma La Poste e postei 2 caixas para o Brasil.

Depois disso resolvi dar uma passada na Louis Vuitton (ninguém é de ferro, né?). Tinha uma fila na porta que no meu caso demorou 10 minutos, mas quando saí, a fila dava volta no quarteirão! Agora eles não deixam comprar mais de uma bolsa por pessoa…. A loja estava cheia, confusa e eu arrependida, comprei uma bolsinha básica e saí correndo. Afinal, meu objetivo em Paris não é moda e sim gastronomia. Vamos a ela!

Dali fui direto para a Rue Cherche-Midi (desta vez tirei fotos da Poilâne e da Cuisine de Bar). Meu objetivo era almoçar num pequeno restaurante não freqüentado por turistas e isso é muito importante, chamado Mamie Gateaux (http://www.mamie-gateaux.com/), na 66, rue du Cherche-midi. Que graça de lugar. A dona e seus ajudantes, muito simpáticos (coisa rara por aqui), servem as pessoas e conversam, mostram os doces. Uma coisa muito especial. Além dos pratos caseiros de saladas, quiches, sopinhas, massas, tem um balcãozinho das sobremesas, bem caseiros. Tudo apertadinho, mas se estiver um dia de sol, as mesas da calçada são bastante concorridas. Voltarei lá sempre que vier a Paris. Além do restaurante, tem uma boutique e uma lojinha de coisas de cozinha antigas (tipo um brechó culinário). Na boutique as bolsas feitas a mão pela dona são encantadoras. Comprei uma para me lembrar sempre dela… Estando em Paris, não deixe de conhecer este lugar.

Dali, resolvi dar um pulo na Le Grand Epicerie de Paris, já que estava bem pertinho. Uau!!!! Por que não existe uma dessa no Brasil? Imagine um Emporio Santa Maria multiplicado por 10 em tamanho e variedade. Tem tudo que vc possa imaginar de comida do mundo todo! Provei um pain d’épices que foi o melhor que comi até hoje. Esse vale a pena comprar. Não agüentei e levei um pra casa. Na verdade trata-se de um bolo, muito tradicional por aqui. É como de fosse um pão de mel em formato de bolo, mas bem molhadinho. Não deu tempo de tirar foto dele inteiro, tamanha era minha gula. Mas tirei foto de metade dele e da caixa. Não deixe de comprar este bolo. A marca é Pain D’Épices Toussaint, vem numa caixa amarela (veja foto).

 

A noite eu tinha reservado uma mesa no Lenôtre da Champs-Elysées para jantar com a Ana (do curso). Fomos bem cedo, tomamos um bom vinho e pedimos entrada, prato principal e sobremesa. Tudo que eu comi estava maravilhoso, inclusive o pãozinho da entrada, bem quentinho e crocante. Matamos uma garrafa de Chateauneuf du pape e a Ana ainda pediu um vinho de sobremesa para ela… Um jantar muito especial para fechar minha estada em Paris. Amanhã irei para a Bélgica para um curso de chocolate na fábrica da Callebaut. Relatarei minha experiência por lá também.

 

 

 

 

 

 

Mônica Pereira

Experiência Gastronômica em Paris-Parte9, por Mônica Pereira

A sequência de textos “Experiência Gastronômica em Paris” é de autoria de Mônica Pereira.

08/10/2010

Hoje é meu último dia na École….já estou com saudades. Embora cansada, dá vontade de não sair mais de dentro do Ritz. Hoje fizemos um tour pela cozinha de verdade. Interessante que eles não reformam a cozinha há mais de 100 anos. Segundo eles não dá para parar a produção para fazer modernizações. Mas eu particularmente acho que é mais por tradição mesmo. A cozinha é famosa. O filme Ratatouille foi feito inspirado na cozinha do Ritz. Tirei algumas fotos para dar uma idéia…

Hoje fizemos tanto pão que muita coisa teve que ser jogada no lixo. Nas minhas contas foram mais de 500 pães. A quantidade fica grande assim pois cada aluno tem que fazer uma receita, são 7 alunos e umas 10 receitas. Então por aí dá para ter uma idéia. Se cada receita rende umas 10 porções, é só fazer a conta! Bom, fizemos tranças com massa de brioche, croissants aux amandes, pain brioche aux raisins, schneken, danish de pêssego, folhado de maçã, etc. Cada um saiu com uma sacola cheia de pão e ainda sobrou muita coisa. Eu optei por não levar nada pra casa. Já não agüento mais ver pão na minha frente.

De lá fui direto para casa, comi uma salada com vinho no Bread and Roses.

Mônica Pereira

Experiência Gastronômica em Paris-Parte8, por Mônica Pereira

A sequência de textos “Experiência Gastronômica em Paris” é de autoria de Mônica Pereira.

07/10/2010

Depois da corrida fui direto para a École. Professor novo, Pierre. Hoje fizemos Croissant, Danish, Brioche, Pain au Lait, Scones, English Muffins, Kuglof e Massa folhada. Bastante coisa pra um dia! Foi legal a parte do Croissant pois ele explicou direitinho tudo que eu tinha dúvida e parece que a técnica aprendida aqui ajuda muito no resultado final….. Pude identificar vários errinhos que eu cometia antes de aprender aqui. Vamos ver se vai funcionar com a manteiga brasileira….

Na hora do almoço fui à La Poste para postar os livros adquiridos ontem e almocei no Naked. Calma, o lugar é sério. Chama-se Naked pois tudo que eles produzem é sem agrotóxicos, da maneira mais artesanal possível. Nas paredes eles pintaram as explicações para o nome….incluindo a definição no dicionário. Faz sentido….. A comida é deliciosa, dá vontade de abrir um desse no Rio. Com certeza ia fazer sucesso.

Depois da aula passei na Apple Store e para minha surpresa, o I Phone 4 tinha chegado. Eu levei as duas últimas unidades!!! Acredite se quiser. Contente com o resultado do dia, voltei para casa para ver os emails. Depois fui jantar no Bread and Roses, mas eles já estavam fechando o restaurante, então peguei uma quiche e um muffin e levei para casa.

Mônica Pereira

Experiência Gastronômica em Paris-Parte7, por Mônica Pereira

A sequência de textos “Experiência Gastronômica em Paris” é de autoria de Mônica Pereira.

06/10/2010

Hoje fui direto pra École, não passei na mal humorada do pão. Chegando no Ritz sempre tem uns croissants e pains au chocolat na cozinha….esse foi meu café da manhã. Ah, dei uma de simpática e levei sablés (biscoitos amanteigados) que havia comprado ontem na Poilâne pra minha turma comer junto com o cafezinho que todos tomam de manhã (menos eu, pois não gosto de café). Adoraram…”merci, Monica!”.

Hoje o professor perguntou se eu não qeuria estagiar no Ritz…rs. Acho que ele pensa que tenho 20 anos. Isso realmente seria um sonho. Falei pra ele que tenho marido, filhos e uma empresa para cuidar no Brasil… Mas que deu água na boca deu!

A parte da manhã foi o final do curso de pães. Hj a tarde começa Vienoisserie. Comemoramos o fim da manhã com um champanhe geladinho e um sanduiche que fizemos com o pão de centeio que assamos na 2ª feira. Deliciosos, com salmão fumé, presunto branco, cream cheese com ervas, etc. Realmente ficou bom.

Na hora do almoço fui a um restaurante que estava na minha lista… o Bioboa. É um restaurante BIO (aqui está na moda mesmo essa coisa de orgânicos) moderninho…os talheres são descartáveis de bambu. O mais engraçado é que eles fazem tudo BIO, sopinha DETOX e vendem coca-cola. Não é estranho? Bom, meu almoço foi só uma sopinha DETOX e meio sanduiche de chèvre com tomate seco pois já tinha comido no Ritz de manhã.

Ao sair do Ritz fui bater ponto na Apple Store. Nada ainda! Demain peut-être. Depois fui tentar ir ao cinema, esperava que tivesse uma sessão às 19 hs, mas as sessões eram mais tarde, então dei uma voltinha na Champs Elysées, passei na Lenôtre, comprei mais livros e voltei para casa. Quando chegar ao Brasil terei que alugar um apartamento para guardar minha biblioteca gastronômica. Haja livro! Lá em casa não cabe….

Passei em casa pra deixar o peso e fui jantar no Brad and Roses. Que gostoso este lugar….

Mônica Pereira

Experiência Gastronômica em Paris-Parte6, por Mônica Pereira

A sequência de textos “Experiência Gastronômica em Paris” é de autoria de Mônica Pereira.

05/10/2010

Não sei pra que eu insisto, mas na ida pra Ecóle, passei de novo da boulangerie da mal humorada e lá estava ela de mal humor de novo me atendendo. Comprei um Pain aux Raisins, que ela afirma que não é Pain e sim Boule… (chata!). Não volto mais lá.

Hoje fizemos tanto pão que o professor pediu que levássemos para casa. Mas eu não levei. Só se eu fosse abrir uma barraquinha na rua para vender. Cada aluno saiu com uma sacola imensa de pães. Fizemos baguettes, pain d’épis (massa de baguete mas em formato de espiga), courone (massa de baguette mas em formato de coroa), pain de mie (o famoso miga argentino), hambúrguer buns, bran bread, campagne….acho que foi isso. Só que para cada tipo, saiam 10 a 15 pães. Então, penso que fizemos mais que 150 pães hoje.

Na hora do almoço fui colocar minha biblioteca particular na “La Poste”. Comprei uma caixa de 7 kg (minha encomenda tinha 6,5 kg) e despachei para o Brasil. Assim não preciso ficar carregando 7 kilos a mais na bagagem. Espero que os livros cheguem bem…

Depois da aula fui correndo na Apple Store, mas pra variar, o I-phone 4 estava em falta: “Demain, peut-être”. Amanhã volto lá.

Fui dar uma voltinha no Quartier Latin, passei num lugar chamado Da Rosa, um restaurante que vende também várias coisinhas como temperos, trufas, geléias, etc. Não comprei nada, só queria conhecer mesmo. Fica marcado na categoria “lugar para voltar”. Passei também na Poilane na esperança de achar o Cuisine de Bar aberto (eu jantaria lá), mas só a Poilane estava aberta. Comprei uns biscoitinhos pra enganar a barriga. Passei também numa loja do Michel Cluizel e comprei mais chocolatinhos pra minha degustação.

Voltando para casa passei numa Eric Kayser e comprei uma quiche de legumes, uma sopa de brócolis e comté.

Mônica Pereira

Experiência Gastronômica em Paris-Parte5, por Mônica Pereira

A sequência de textos “Experiência Gastronômica em Paris” é de autoria de Mônica Pereira.

04/10/2010

Corridinha bem cedo (ainda estava escuro), banho rápido e direto pro Ritz. No caminho comprei um pãozinho de figo seco pra não chegar de barriga vazia. Obviamente que a atendente era mega mal-humorada….mas isso não estraga meu dia.

Fomos (os alunos) apresentados por uma japonesa-francesa que mal falava inglês. A turma era composta de 3 orientais (Taiwan, Japão, ???), um casal de canadenses, eu e…………………mais uma brasileira! A Ana é de Porto Alegre e tem uma padaria artesanal lá, a Barbarella Bakery. É Engenheira de Alimentos e está aqui para aprimorar as técnicas já desenvolvidas lá no Brasil.

O professor é o Didier Steudler, que é também responsável pela escola.

Hoje fizemos um pão de centeio com passas, centeio puro, fougasse de bacon, pão de azeitonas e no final do dia preparamos a massa de um pão de nozes para assar amanhã. Além disso tivemos 3 horas de teoria. ADOREI!

O clima é bem legal. A escola fica no subsolo do hotel. O almoço é opcional, pode-se sair do Ritz ou então eles oferecem aos alunos um almoço no refeitório do Ritz junto com o staff do hotel. Lógico que todos fizeram esta opção, é muito legal estar neste meio. Você se sente um pouco profissional da área, mesmo sem ser. Tive que sair da escola rapidamente para ir ao escritório que fica perto do lobby do hotel. Foi muito estranho passar pelos hospedes chiquérrimos me olhando torto (eu estava vestida de chef). Eu morri de rir por dentro….

No final do dia passei na Bread and Roses para um jantar rápido de quiche com salada e um bolinho de pistache com chocolate maravilhoso. Este bolo eu já fiz no Brasil, mas o daqui é bem mais leve. Vou ter que aprimorar minhas técnicas, ou voltar para o Ritz para o curso de Pattisserie.

Mônica Pereira

Experiência Gastronômica em Paris-Parte4, por Mônica Pereira

A sequência de textos “Experiência Gastronômica em Paris” é de autoria de Mônica Pereira.

03/10/2010

Dia de sol!!! Depois da corridinha, fui correndo ao ponto de encontro para o tour ao Outlet La Vallée. Chegando lá dei uma passada rápida numa loja da Paul Boulangerie para meu café da manhã… Um pão com queijo Mimolette (muito comum na França, ele é alaranjado, parece um Cheddar, mas é mais duro e mais gostoso), estava quentinho ainda….

O shopping em si não estava lá essas coisas. Domingo é dia de tumulto nestes lugares, então fiquei meio entediada e o retorno do shuttle estava marcado para 14:45, então sofri um pouco.

Retornando a Paris fui tentar achar o i-Phone 4 do Felipe, tentei na Orange da Madeleine, mas estava fechada, passei em casa e comi alguma coisa correndo e deixei o peso que estava carregando. Segui para a Champs-Elysées e tentei FNAC e Orange, sem sucesso. De lá fui de novo à Apple Store no Louvre, mas ainda estava em falta. Desisti por hoje.

Voltei para a Champs-Elysées e entrei num cinema para ver um filme com a Drew Barrymore. Achei bem chatinho e saí no meio. Estava morta! Fui para casa comer alguma coisa e dormir cedo pois as aulas começam amanhã….

Mônica Pereira

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Entrevista com Accioly Lopes - Parte 3 - Salada Corporativa

Entrevista com Accioly Lopes - Parte 3 - Salada Corporativa

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